domingo, 7 de agosto de 2011

Infraero confirma que a ampliação do Aeroporto de Campo Grande vai começar no próximo ano



O presidente da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), Antonio Gustavo Matos do Vale, afirmou ao governador André Puccinelli (PMDB) e ao deputado federal Giroto (PR), em reunião no último dia 3, que as obras de ampliação do Aeroporto de Campo Grande vão ser iniciadas no próximo ano.
Giroto, que esteve na reunião de “ajustes finais” dos projetos, realizada em Brasília, ressaltou que a ampliação “vai melhorar a logística aérea do Estado possibilitando o aumento da quantidade de cargas transportadas por este modal e também melhorar o atendimento oferecido aos passageiros”.

O projeto de engenharia prevê duas novas pistas, radar, melhoria no sistema de pistas e pátio de estacionamento de aeronaves, implantação do complexo logístico e recolocação do batalhão de combate e prevenção a incêndios do corpo de Bombeiros e dos terminais de cargas e de passageiros, com objetivo de aumentar a capacidade para transporte de cargas do aeroporto. Também será aumentada a capacidade do estacionamento de veículos. O custo estimado da obra é de R$ 250 milhões e o projeto é conjunto: entre governo estadual, município e Infraero.
Após a reunião, Puccinelli afirmou que foi dada a garantia de que a Infraero está priorizando a ampliação do Aeroporto de Campo Grande, sendo que um núcleo específico de engenharia da autarquia está responsável pelo atendimento das unidades aeroportuárias das cidades que não vão sediar os jogos da Copa do Mundo. “Com certeza, no próximo ano as obras serão iniciadas”, destacou Puccinelli, esclarecendo que o Governo do Estado está cumprindo a parte do projeto sob sua responsabilidade. Participaram da reunião o secretário de Estado de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia (Semac), Carlos Negreiros Said de Menezes; e o sub-secretário de Representação do Estado de MS no Distrito Federal, Luiz dos Santos.

Sascar participa de congresso promovido pela ABTC


Congresso promovido pela Associação Brasileira de Logística e Transporte de Cargas, em Belo Horizonte, termina hoje com palestras sobre logística e liderança


A Sascar finaliza, hoje, sua participação no 12º congresso promovido pela ABTC (Associação Brasileira de Logística e Transportes de Cargas). O evento teve como objetivo debater estratégias para o desenvolvimento do setor de logística e transportes. Paralelamente, aconteceu a Feira Automotiva em que a Sascar teve a oportunidade de demonstrar suas soluções para gestão de frota e telemetria e gestão de risco e logística.
O último dia do Congresso terá palestras do Prof. Paulo Rezende que comenta o tema “A logística como elemento de Crescimento, Competitividade e Produtividade no Século XXI” e Prof. Carlos Alberto Júlio, que fala sobre a ”Velocidade das Mudanças: O Novo Perfil da Liderança”. Palestraram também: César Souza, autor do bestseller “Você é do tamanho dos seus sonhos; Ailton Ricardo Fogos, Chefe de Encomendas dos Correios; e Marilei Menezes, coordenadora de projetos especiais da CNT.
Sobre a Sascar
Com 12 anos de atuação e pioneirismo, a Sascar tem como sócio controlador a GP Investments, líder no mercado de private equity na América Latina. A GP, fundada em 1993, atuou e vem atuando em diferentes setores da economia, incluindo petróleo e gás, internet e tecnologia e logística. A Sascar tem também em sua composição societária o Grupo JCR, que, com 48 anos de existência, reúne empresas que atuam em diferentes segmentos, tais como construção civil, infraestrutura e serviços com base em tecnologia da informação.
Com sócios fortes, experientes e capitalizados, a Sascar está entre as três líderes do mercado de prestação de serviços de localização e monitoramento de veículos via GSM/GPRS e por satélite no Brasil em número de equipamentos instalados e ativos, com uma base de cerca de 210 mil veículos.
Esta posição de mercado é garantida por sua diversificada linha de produtos e serviços, pelo atendimento comercial em todo o Brasil e pela rede de assistência técnica treinada e bem distribuída no território nacional – 230 empresas presentes em 26 Estados e também no DF, que possuem 500 técnicos de campo, sendo 132 pontos fixos de instalação que estão habilitados para atender veículos pesados.
Seu moderno centro de controle conta com mais de 110 posições para pronto-atendimento nacional em casos de emergência, 24 horas por dia, sete dias por semana.

sábado, 6 de agosto de 2011

Piada: "A arte de negociar e ter muito sucesso"

Diálogo entre Pai e Filho
Pai - Escolhi uma moça para voce casar
Filho -Mas, Pai, eu prefiro escolher a minha mulher
Pai - Meu filho, ela é filha do Bill Gates...
FILHO
- Bem, neste caso, eu aceito.

Então, o pai negociador vai encontrar o Bill Gates.

PAI - Bill, eu tenho o marido para a sua filha!
BILL GATES
- Mas a minha filha é muito jovem para casar!
PAI
- Mas este jovem é vice-presidente do Banco Mundial...
BILL GATES
- Neste caso, tudo bem.

Finalmente, o pai negociador vai ao
Presidente
do Banco Mundial.
PAI
- Sr. Presidente, eu tenho um jovem
recomendado para ser vice-presidente do Banco Mundial.
Pres.do Banco Mundial - Mas eu já tenho muitos Vice-Presidentes, mais do que o necessário
PAI - Mas, Sr., este jovem é genro do Bill Gates.
Pres.do Banco Mundial -Neste caso ele pode começar amanhã mesmo
Moral da estória:
Não existe negociação perdida. Tudo depende da estratégia.
'Se um dia disserem que seu trabalho não
é o de um profissional, lembre-se: a Arca de Noé foi construída por amadores; já os profissionais construíram o Titanic..


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Empresários discutem aspectos do comércio eletrônico

Na oportunidade, foram apresentadas as ferramentas necessárias para empreendedores investirem no segmento, além das novidades e exigências dos consumidores

Cada vez mais surgem novas formas de negociar produtos ou serviços ao redor do mundo. Dentre elas, o comércio eletrônico, que teve nos últimos anos um crescimento de 40%, e se tornou um mercado em constante expansão. Percebendo a importância do tema, foi realizado, ao longo desta quinta-feira (4), no Hotel Jatiúca, o Ciclo MPE.net, uma série de seminários voltados para micro e pequenas empresas sobre o e-commerce.


O objetivo do evento é orientar e capacitar os profissionais que já atuam ou desejam atuar nesse mercado para as diversas formas de participação sustentável em economia digital. Na ocasião, estiveram presentes Edilson Flausino, consultor da Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico, Renata Fonseca, diretora-técnica do Sebrae em Alagoas, Roberto Mota, gerente comercial dos Correios, entre outros parceiros.

As palestras abordaram temas importantes para o segmento, como Logística Global para o Comércio Eletrônico, Conectividade e Banda Larga, Vendas pela Internet, Gestão de Riscos e Vendas com Cartão de Crédito, Bolsa de Negócios do Sebrae, Compras Coletivas e Publicidade On-line e Marketing Digital.

Segundo Anderson Martins, analista de Comércio Eletrônico dos Correios, o e-commerce pode ser visto como uma atividade fácil, mas não é tão simples como parece. “Existem elementos que devem ser levados em consideração para os empresários que desejam entrar nesse mercado. É imprescindível que quem trabalha nesse ramo conheça os pilares do e-commerce: produtos, pagamento, logística, atendimento e publicidade”, disse.

Aprimorar conhecimentos

Durante o seminário, foram apresentados aos participantes os mecanismos necessários para os empresários se firmarem no comércio virtual, além das diferenças entre o commerce e o e-commerce. Entre as questões básicas para esses empresários está reconhecer que o e-commerce exige uma logística diferenciada, aprimoramento constante dos conhecimentos, planejar e preparar-se para as surpresas e construir parcerias.

Para Flausino, há exigências específicas para o empresário que possui um negócio on-line. “Como, por exemplo, é necessário que eles se mantenham atualizados e conheçam bem cada uma das etapas que compõe a logística do mercado eletrônico, como a gestão de risco e o marketing”, conta.

Ao apontar o crescimento do comércio eletrônico, Renata Fonseca destacou que esse é um universo importante para os empresários de negócios de pequeno porte, afinal, o meio digital é mais um canal de comercialização. “Nós, do Sebrae, percebemos a relevância do e-commerce e compreendemos também que precisamos desenvolvê-lo mais, tendo em vista o amplo mercado que há em Alagoas. Eventos como esse preparam o empresário para as cada vez maiores exigências do consumidor”, afirmou a diretora.

O evento é uma realização da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico e conta com a parceria dos Correios, do Sebrae e do PagSeguro.

Transnordestina fecha primeiros acordos de cargas



Responsável pelo projeto da ferrovia Transnordestina, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) começou a fechar os primeiros contratos de transporte de cargas para a estrada de ferro de 1.728 quilômetros de extensão. Apesar de o início parcial das operações estar previsto somente para o fim do ano que vem, a empresa já assinou memorandos de entendimento para a movimentação de até 16 milhões de toneladas anuais de granéis líquidos, especialmente minério de ferro e gipsita.


Segundo apurou o Valor, o principal acordo foi fechado com o grupo Bemisa, braço minerador do Opportunity, do banqueiro Daniel Dantas. A empresa detém os direitos de exploração de uma vasta área no sudeste do Piauí, no entorno do município de Paulistana. A exploração da reserva, estimada em 1 bilhão de toneladas, só se tornou economicamente viável com a chegada da ferrovia, que passará pela região.

Trata-se do principal acordo firmado até agora pela Transnordestina Logística (TLSA), empresa controlada pela CSN. Contudo, já há também entendimentos com fabricantes de gesso da região de Araripina, em Pernambuco. Segundo Edison Pinto Coelho, diretor-executivo da TLSA, os memorandos, somados, preveem uma movimentação inicial de 2 milhões de toneladas por ano, podendo chegar a 16 milhões de toneladas anuais quando a ferrovia estiver operando a plena capacidade.

Ele explicou que o preço elevado do minério de ferro no mercado internacional tem encorajado a exploração do solo piauiense, que ainda não começou. "O cenário positivo incentivou e o mercado está se movimentando para ter essa opção logística. A surpresa positiva é que esse movimento está bem maior do que o estimado inicialmente", afirmou o executivo, que se disse impedido de revelar os nomes dos clientes.

Por meio de nota, a Bemisa informou apenas que sua produção no Piauí será iniciada em 2015, com 5 milhões de toneladas, atingindo o dobro deste volume dois anos mais tarde. Fundada em 2007, a empresa tem seus principais projetos em Mato Grosso (fosfato), Goiás (níquel), Bahia (minério de ferro) e Minas Gerais (minério de ferro).

Segundo Coelho, as perspectivas favoráveis de mercado acabaram promovendo o minério ao posto de carga mais significativa no portfólio da Transnordestina, superando a produção de grãos no cerrado do Piauí e do Maranhão, que cresce ano após ano. Além desses dois produtos, a estrada de ferro irá movimentar frutas, derivados de petróleo, fertilizante e álcool. A Transnordestina será capaz de movimentar até 30 milhões de toneladas por ano, volume que poderá ser dobrado com a instalação de pátios intermediários e novas locomotivas.

A projeção atual da TLSA aponta para novembro de 2012 o início das operações do trecho que ligará o município de Eliseu Martins (PI) ao porto de Suape (PE). Segundo o diretor da TLSA, o ramal está com 37% das obras concluídas, bem a frente da ligação entre Missão Velha (CE) e o porto de Pecém (CE), com apenas 2% de conclusão e obras praticamente paralisadas. A previsão de inauguração desse ramal varia entre abril e junho de 2013.

Além dos atrasos causados pela morosidade do processo de desapropriação, o trecho cearense sofre com a escassez de recursos. Segundo Coelho, a demora do governo federal em liberar os financiamentos adicionais, referentes ao reajuste no custo final da ferrovia, está atravancando as obras. Orçada em R$ 5,4 bilhões em 2008, a Transnordestina teve o custo atualizado para R$ 6,5 bilhões, especialmente em razão do custo maior de mão de obra e material.

Ocorre que o novo valor ainda não foi referendado pelo Ministério da Integração Nacional, o que impede que o repasse do montante correspondente ao reajuste. "Está em análise o aumento proporcional dos financiamentos, o que está impondo algumas dificuldades", diz o executivo.

Pela engenharia financeira definida, a CSN arcaria diretamente com 25% do custo total. O governo federal entraria com 18,2% em forma de participação direta no capital da TLSA. Os 56,8% restantes seriam financiados por BNDES (4,2%), Banco do Nordeste (3,3%) e Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (49,3%).


Fonte:Valor Econômico/Murillo Camarotto
Do Recife

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Logística: 56% fazem internamente


Mais da metade (56%) das empresas ainda cuidam das suas atividades de logística internamente e 44% adotam a terceirização como estratégia de negócio, sendo que destes, quase 30% deixam de 6% a 10% de suas atividades logísticas nas mãos dos operadores logísticos.
É o que aponte uma pesquisa do Ibope Inteligência contratada pelo IMAM Feiras e Comércio, promotora da feira de intralogística Movimat.
O estudo mostra ainda que o perfil dos entrevistados mostra que a faixa de maior concentração de profissionais da área está entre 31 e 40 anos (37%) e mais de 44% possuem até 1 ano no cargo.
A pesquisa foi realizada com 70 empresas, de 14 segmentos distintos nas 5 regiões brasileiras.
Foram entrevistados diretores, gerentes e responsáveis pelas áreas de logística, supply chain, industrial e produção de empresas de varejo, atacado, automotiva, petróleo e gás, farmacêuticas, alimentícias, entre outras.
Os entrevistados foram questionados sobre a participação da atividade logística nos custos operacionais e o número de 16% foi identificado como a média.
Porém, quando questionados a respeito de estrutura de custos e se existe cálculos específicos de custos para se chegar nesta estimativa, nota-se que mais de 50% não consideram muitas atividades, que acabam passando despercebidas e consideradas de forma equivocada em outras contas.
“A causa desta não observância passa pela formação profissional e, principalmente, o grau de exigência dos profissionais em relação às oportunidades de otimização. O efeito disto se traduz na dificuldade para justificar maiores investimentos em soluções relacionadas à intralogística”, explica Eduardo Banzato, diretor da Movimat.
A pesquisa também avaliou o grau de conhecimento dos entrevistados em relação ao uso do termo “intralogística”. Cerca de 60% afirmaram conhecer o termo e 20% de todos os entrevistados usam a expressão no dia a dia de suas atividades.

Veloce deve faturar R$ 160 mi com a coleta programada



Há apenas dois anos no mercado, a Veloce Logística, braço de negócios do Pátria Investimentos voltado a operações de transporte de cargas internacionais para os setores automobilístico e de bens de consumo, tem comemorado excelentes resultados e deve fechar o ano com um faturamento até 20% superior ao do ano passado, que foi estimado em cerca de R$ 140 milhões. Além disso, a perspectiva de Paulo Guedes, presidente da Veloce, é de ampliar a atuação da companhia, assunto que está sendo analisado com atenção pela empresa, que está de olho em áreas como a de eletroeletrônicos, entre outras.

Categórico, Paulo Guedes afirma que a economia está acelerada, e tudo indica que este ano a empresa deverá chegar ao final deste ano com receita de R$ 160 milhões, devido ao crescimento do mercado de entrega programada. "O Brasil, de acordo com dados do Banco Mundial, tem gastos com o setor de logística equivalentes a de 12% a 13% do Produto Interno Bruto (PIB), ao ano. Uma parte da movimentação é feita por conta própria nas empresas, porém a parte terceirizada é substancial - justamente a do papel do operador logístico."

Segundo ele, a empresa foi criada em agosto de 2009, e atualmente a VeloceLogística conta com 15 unidades operacionais no Brasil e na Argentina. Entre seus clientes estão montadoras, como a General Motors (GM) - que lhe premiou como Melhor Operadora Logística no Brasil e na Argentina -, além de Toyota, Fiat, Honda, Renault. Há, ainda, clientes de peso, como os fabricantes de bens de consumo Bimbo, Unilever, Sancor, Nívea e Procter & Gamble. "Fazemos a coleta de cerca de 3 mil peças por mês para levar peças para a GM na Argentina. Isso significa, por exemplo, mais ou menos 450 viagens de caminhão", afirma o presidente da empresa. Ele comenta, porém, que o serviço é abrangente, pois além do transporte da carga a Veloce também fica responsável por cuidar de questões como a da reembalagem, além de toda a documentação internacional.

Setor

Apesar de a empresa estar em plena ascensão, ao ser questionado sobre um possível apagão logístico no mercado brasileiro, o executivo da Veloce comenta que existe, sim, preocupação com relação a questões como a infraestrutura, devido a inúmeras estradas terem dificuldades, principalmente porque a malha rodoviária vem crescendo a galope nos últimos anos. "Vemos a capacidade esgotada no maior complexo portuário do País, o Porto de Santos. E também no de Paranaguá, em época de escoamento de soja. Os aeroportos também têm problemas, pois há casos de espera de até 90 minutos para se pegar uma mala no desembarque", afirmou.

Outro problema, continua o presidente da Veloce, diz respeito às condições econômicas. "É preciso ver com atenção as questões no Japão, nos EUA, na China. No Brasil, a taxa de juros inibe o consumo, a inflação precisa ser controlada, mas por enquanto temos bastante reservas e estamos protegidos", estima.
Com cerca de 500 funcionários e 475 carretas, a Veloce atua em todos os elos da cadeia logística: armazenagem, coleta programada, distribuição, transporte nacional e internacional, transporte interplantas e documentação. Já em seu primeiro ano de atuação, a Veloce obteve um crescimento 15% acima do estimado e foi finalista do prêmio REI, outorgado pela Revista Automotive Business aos melhores operadores logísticos do ramo automotivo.

Além disso, a empresa promoveu, no mês passado, um evento para premiar os principais fornecedores com relação à sustentabilidade, com o Prêmio Destaq.

Concorrência
Ainda no transporte de cargas, outra região que tem atraído a atenção de modo relevante para as empresas internacionais de logística é Santa Catarina, tanto que o Porto de Itajaí recebeu, no fim de julho, a visita de uma delegação de executivos e clientes da Hellmann Worldwide Logistics, empresa global do segmento de logística que está montando uma unidade de negócios na região.

A empresa já opera no Porto de Itajaí, denominada Hellmann do Brasil, sendo o braço da multinacional formado por cinco escritórios próprios, apenas três dos quais estão fora de São Paulo: Rio, Curitiba e Itajaí. No Brasil, a empresa tem soluções em transportes internacionais, especializada no setor automobilístico. A infraestrutura do Complexo Portuário do Itajaí, aliada à sua localização estratégica, foi fundamental para que a Hellmann optasse pela cidade, dizem especialistas.

Na área de equipamentos e serviços para a indústria offshore de petróleo e gás natural, a novidade é com a OSX Brasil, que planeja ter o maior estaleiro das Américas em parceria com a sócia Hyundai Heavy Industries, em São João da Barra, no Rio de Janeiro, de olho no atendimento a potenciais demandas adicionais de novos clientes do setor de óleo e gás que atuam no Brasil.

Fonte: DCI

Portaria do DSV restringe transporte de produtos perigosos em São Paulo



O Departamento de Operação do Sistema Viário do município de São Paulo (DSV-SP) definiu, no início de agosto, as condições para circulação, estacionamento, parada, carga e descarga de veículos que transportam produtos perigosos nas vias públicas da cidade.

Com isso, fica proibido o tráfego deste tipo de transporte de segundas às sextas-feiras, exceto feriados, das 5h às 10h e das 16h às 21h, no minianel viário – formado pelas marginais Tietê e Pinheiros, avenidas dos Bandeirantes e Afonso D’Escragnole Taunay, complexo viário Maria Maluf, avenidas Tancredo Neves e Juntas Provisórias, viaduto Grande São Paulo e avenidas Professor Luís Inácio de Anhaia Melo e Salim Farah Maluf.

Entre os grupos de cargas que fazem parte da restrição estão: produtos perigosos (como amônia, cloro, GLP, óleo diesel, gasolina, tinta etc.) e de consumo local (etanol, oxigênio e nitrogênio comprimido ou líquido refrigerado etc.).

Criada em 2010, a portaria número 70 definia os tipos de cargas que estão proibidos de circular no município paulistano fora dos horários determinados. Agora, a portaria 69 estabelece os horários e os locais proibidos de trafegar.

Clique aqui e veja a íntegra das portarias: http://www.ntcelogistica.org.br/arquivos/perigosos/20110803portaria_069_70.pdf


Fonte: NTC&Logística

Venda de caminhões bate recorde em Julho



Julho foi o melhor mês do ano para o mercado de caminhões novos. No mês passado, foram emplacadas, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), 15.533 unidades. O crescimento foi de 5% em relação a junho.

No acumulado do ano, agora são 98.355 veículos vendidos em 2011. Na comparação com o acumulado de janeiro a julho de 2010 (85.571 unidades), o crescimento é de 15%.

Se continuar neste ritmo, com uma média de 14.050 unidades vendidas por mês, o recorde histórico de 2011 será de mais de 168 mil caminhões.

Fonte: Carga Pesada

DER lança programa de recuperação de estradas


A Secretaria Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop) e o Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) assinam hoje a ordem de serviço para o início de obras de recuperação e manutenção de 524 km de rodovias que cortam o Estado. Em quatro anos, serão investidos R$ 148,6 milhões. No total, 30 municípios da região metropolitana e da região Central de Minas serão contemplados.

A MG-030 é uma das estradas incluídas no Programa de Recuperação e Manutenção Rodoviária de Minas Gerais (PROMG). O trecho entre a cidade de Rio Acima e o entroncamento com Nova Lima, na região metropolitana, será restaurado.

Outra rodovia que irá passar por obras de manutenção é a MG-010, no trecho entre o Rio Cipó e o distrito de Cardeal Mota, também na região metropolitana. As obras visam melhorar o transporte até a Copa do Mundo em 2014.

Fonte: O Tempo – MG

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