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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Queda no custo de logística chega a 70% no Mato Grosso



O modal, que facilitaria o escoamento da produção agropecuária para os portos do Norte do país, garante uma redução de até 74% nos gastos com fretes. A hidrovia nos rios Teles Pires e Tapajós tem sido o principal objetivo da categoria como forma de garantir maior competitividade para agricultores e pecuaristas local.

Em um estudo apresentado pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), no trecho, por exemplo, partindo de Sorriso, seguindo para o porto de Santos, via estradas e ferrovia, o produtor desembolsa cerca de R$ 227,15 por tonelada. Já o mesmo trecho, porém, seguindo pela BR-163 e sendo escoado via hidrovia, o custo seria de R$ 60,12 a tonelada. Uma redução de quase 74%¨.

O transporte pela hidrovia do Teles Pires-Tapajós vai proporcionar ao ano uma economia de R$ 2 bilhões em fretes aos produtores.

Um outro aspecto do modal, é que além do custo menor, as hidrovias são menos poluente. Um comboio, por exemplo, com 15 barcaças equivale a 1.050 caminhões. Isto representa menos emissão de CO² (dióxido de carbono), que são gases que causam o efeito estufa.

De acordo com o diretor do Movimento Pró Logística, durante o lançamento do “Hidrovia Já’ que tem como objetivo a discussão e a participação da sociedade, em Sinop, o Departamento de Programas de Transporte Aquaviário do Ministério dos Transportes, confirmou que já está em processo de licitação o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) da bacia do Tapajós. Esse estudo inclui todos os rios, inclusive o Teles Pires, o Juruena e o Arinos.

Conquista
Conforme Vaz, esse é um grande passo que tem animado o setor, uma vez que o EVTEA irá comprovar tudo que já vem sendo dito pelo setor e apresentar as informações sobre a viabilidade da hidrovia, além de identificar exatamente quais são as intervenções necessárias e os custos para implantação. “É uma conquista, pois teremos um pesquisa oficial que irá mostrar a importância da hidrovia”, explica.

Outra luta dos produtores é com relação a construção de eclusas nas obras das hidrelétricas já previstas ou em andamento. Em Sinop, o setor produtivo vem conseguindo por meio de audiências e debates evitar que a hidrelétrica de Sinop saia sem a previsão de construção da câmara para eclusa. Vaz explica que esse passo também é muito importante para a consolidação das hidrovias. De acordo com o representante, a construção de eclusas depois da barragem é muito mais cara e complexa. O valor de uma eclusa construída em conjunto com a obra de uma hidrelétrica representa 7% do valor total. Feita isoladamente passa a custar 30% do valor da hidrelétrica.


Fonte: Portal do Agronegócio

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Setor produtivo de MT mostra preocupação com a logística

Entidades representativas do setor produtivo de Mato Grosso manifestaram preocupação com a saída de um executivo de Mato Grosso da direção geral do Departamento Nacional de Infraestutura (Dnit), Luiz Antônio Pagot, e com os recentes acontecimentos políticos no Ministério dos Transportes.

Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Federação das Indústrias no Estado (Fiemt), Federação do Comércio e Serviços no Estado (Fecomércio), Federação das Associações Comerciais e Industriais do Estado (Facmat) e Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado (FCDL) consideram que Mato Grosso “tem uma logística de escoamento ineficiente”.

O presidente CDL, Paulo Gasparotto, disse que as entidades querem que Mato Grosso “continue sendo visto com os mesmos olhos pelo governo federal. A principal preocupação é com o setor de logística do Estado. A classe produtiva do Estado entende que é de extrema necessidade uma solução para o problema de logística em Mato Grosso e no Centro-oeste, e que o fato requer atenção e providências do poder público, em especial do Ministério dos Transportes, com a recuperação e duplicação de rodovias, além da implantação de ferrovias.

As entidades afirmam que nos últimos anos, com a representatividade de um executivo de Mato Grosso à frente do Dnit, muito se conseguiu avançar na questão logística estadual. “Nós tememos que a saída do Pagot possa prejudicar Mato Grosso. Como reflexo dessa crise todos os processos de licitação foram paralisados por 30 dias. Esperamos o retorno dessas obras”, disse Gasparotto.

O setor produtivo busca o compromisso do governo federal na continuidade dos projetos em andamento. “Caso não haja o compromisso do governo federal e, como consequência, da nova direção geral do Dnit com a continuidade dos projetos, o desenvolvimento da região ficará comprometido”, escrevem as entidades em carta aberta ao governo.

As principais solicitações de retomadas de obras são nas rodovias federais BR-158, no Vale do Araguaia, BR-163 a Cuiabá-Santarém, nas BRs 163/364 no trecho de Rosário Oeste até Rondonópolis, a continuação da implantação da BR-242, a duplicação da BR-163 do Posto Gil até Sinop, a recuperação das rodovias federais que cortam o Estado, e a adequação de acesso às cidades cortadas por essas rodovias. Além disso, solicitam obras estratégicas como as ferrovias Ferronorte e Integração do Centro-oeste (Fico).


Fonte: O Diário de Cuiabá

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Logística de Postos Fiscais do Médio Araguaia é detalhada a deputada estadual



A logística dos postos fiscais situados nos municípios de Pontal do Araguaia e Barra do Garças foi detalhada na terça-feira (09.08) à tarde para a deputada estadual Luciane Bezerra. Durante reunião realizada na Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT), o secretário adjunto Executivo do Núcleo Fazendário, Benedito Nery Guarim Strobel, e a equipe técnica do Fisco, apresentaram as medidas adotadas para contribuir com a melhoria no trânsito das duas cidades.

“Nós temos participado de audiências públicas em Barra do Garças há muito tempo. Junto com a sociedade tentamos encontrar uma solução para ajudar na questão do trânsito do município que é cortado em sua região central com a BR 070, intensificando o trafego de caminhões. O que está ao alcance da Sefaz está sendo feito”, pontuou o adjunto.

Ele citou a criação da Unidade Avançada de Fiscalização de Barra do Garças, há aproximadamente três anos, que reduziu consideravelmente o tempo que os caminhões permanecem no Posto Fiscal Renato Simião, entre as pontes que ligam Barra do Garças ao município de Aragarças, em Goiás.

“Este posto entre as pontes era utilizado tanto para a fiscalização da saída de carga como da entrada de mercadorias. Agora ele efetua apenas a entrada, sendo que a conferência da saída acontece na Unidade Avançada”, acrescentou Benedito Nery.

O pedido de detalhamento partiu da deputada Luciane Bezerra, após visitar Barra do Garças durante o Festival de Praia, realizado no mês de julho, período em que o trânsito no local aumenta ainda mais.

“A solução quando se ouve apenas um lado parece que é simples, mas como parlamentar é fundamental conhecer o detalhamento técnico e ver a real possibilidade de uma solução, que não é simples nesta situação. O posto fiscal não tem para onde ser ampliado e o rodoanel está envolto em questões internas do município que acabam tornando sua construção mais difícil”, pontuou a deputada.

Na visita à Sefaz, Luciane também se reuniu com a secretária-adjunta do Tesouro Estadual, Avaneth Almeida das Neves, e a assessora especial Maria Célia de Oliveira Pereira. Na oportunidade foram apresentados à parlamentar os percentuais de comprometimento do Estado quanto ao atendimento aos limites estipulados pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e ainda o Programa de Ajuste Fiscal (PAF).

A reunião e o atendimento às solicitações da deputada estadual foram articuladas e organizadas pelo secretário de Estado de Fazenda, Edmilson José dos Santos. Ele não pôde participar das agendas, visto que acompanhava o governador do Estado, Silval Barbosa, em Brasília (DF), na consolidação da proposta de Reforma Tributária entre os estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Licitação da ferrovia que passará por Lucas será totalmente refeita


Foto

A licitação para as obras da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO) no trecho entre Campinorte (GO) a Lucas do Rio Verde e também do trecho entre Campinorte (GO) a Água Boa não deve ficar pronta em menos de cinco meses. A previsão foi feita pelo coordenador do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz. Em entrevista ao Só Notícias, ele explicou que este é o prazo necessário para que toda a licitação seja refeita.

Segundo ele, atual licitação, que já estava pronta e na pauta da Valec - empresa estatal do setor de ferrovias, foi suspensa por ter sido realizada em cima de um projeto básico. A presidente Dilma Rousseff determinou, a partir de agora, que todas as licitações de obras passem a ser licitadas em cima dos projetos executivos. Com isso, explica ele, a presidente acredita que poderá diminuir o número de aditivos e o consequente encarecimento na realização das obras.

O coordenador descartou qualquer tipo de atitude do Movimento Pró-Logística ou do setor produtivo de Mato Grosso contra a suspensão desta obra. "Neste momento não há como se fazer nada, enquanto o grupo de diretores definitivos não assumir a Valec e o Dnit. Por que vamos cobrar as pessoas que vão ficar temporariamente nestes cargos?".

Já o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Glauber Silveira, ressaltou que mais uma vez o setor produtivo do Estado está sendo prejudicado pelo governo federal. Para ele, quanto mais demorar a construção desta ferrovia, mais os produtores mato-grossenses vão continuar perdendo em competitividade com outras regiões.

Conforme Só Notícias já informou, o presidente interino da Valec, Antônio Felipe Sanches Costa, determinou a prorrogação por mais 30 dias da suspensão de todos os procedimentos licitatórios de projetos, obras e serviços de engenharia em curso promovidos pelo órgão. Ao todo são quatro procedimentos afetados por esta medida e entre eles está as obras da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO) no trecho entre Campinorte (GO) a Lucas do Rio Verde e também do trecho entre Campinorte (GO) a Água Boa. A decisão está publicada no Diário Oficial da União, que circulou ontem, e atende determinação do Ministério dos Transportes.

Esta mesma obra já havia sido paralisada no final do mês passado por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU). Na oportunidade, o TCU identificou fortes indícios de superfaturamento no projeto para construir a ferrovia. A notificação foi encaminhada ao Ministério dos Transportes. O ministério, através da Valec, havia lançado licitações de vários trechos para serem construídos os trilhos e terminais de cargas.

A Ferrovia Integração Centro-Oeste (FICO), ligando Goiás-Mato Grosso-Rondônia, tem como previsão a construção de um terminal de cargas em Lucas do Rio Verde. A previsão de início da construção era os primeiros meses de 2012, com conclusão de todo o trecho até Lucas do Rio Verde, totalizando 1.040 quilômetros, em 2014. Concluída toda a primeira etapa, a Ferrovia passará pelos municípios de Cocalinho, Nova Nazaré, Água Boa, Canarana, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Nova Ubiratã e Sorriso, até chegar a Lucas. A segunda etapa da Ferrovia Centro-Oeste segue até o município de Vilhena (RO). O total de investimentos do Governo Federal, é de R$ 4,1 bilhões para a primeira etapa, e R$ 2,3 bilhões para o trecho Lucas-Vilhena.

Fonte: Só Notícias/Alex Fama (foto: assessoria)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Infraestrutura logística não acompanha crescimento da agricultura em Mato Grosso

Produtores dependem de melhorias no escoamento para ampliar produção

A região Leste de Mato Grosso, apontada como a última fronteira agrícola do Estado, apresenta condições de ampliar o espaço cultivado com grãos sem a necessidade de abertura de novas áreas. Para isso, os produtores dependem de melhorias na infraestrutura logística, o que é fundamental para facilitar o escoamento da safra e garantir maior rentabilidade do campo.

A constatação foi feita pelo Canal Rural – através dos repórteres Luiz Patroni e Pedro Silvestre – que acompanhou a 2ª edição do Projeto Estradeiro Aprosoja, uma caravana de produtores e técnicos que avalia a situação dos principais pontos de apoio para o escoamento da produção agrícola da área.

– Esta região representa muito em termos de produção para o Mato Grosso. É necessário que se faça investimentos na logística para que produção aumente. Só em rodovias, será preciso um investimento de cerca de R$ 1 bilhão a R$ 2 bilhões para efetivamente termos condições necessárias – afirmou o secretário extraordinário de logística da Intermodal-MT, Francisco Vuolo.

O roteiro priorizou a passagem por dois pontos vitais para o avanço da agropecuária: a MT-020 e a BR-158, que liga Mato Grosso ao Pará.

Produtores querem transformar pastagens degradadas em terras para produzir grãos, como foi o caso de Gilmar Dellosbel, que, há três anos começou a apostar na região. O agricultor garante que, de dois mil hectares, pelo menos oitocentos eram de pasto velho.

"Minha área não é muito grande, mas adquiri terras que antes eram de pecuária e a estou transformando em agricultura. Estou fazendo em torno de 200 a 300 hectares por ano, ano que vem termino. O objetivo é agregar valor, porque os preços da terra na região encareceram muito, e deixar uma cabeça de gado em um hectare não é viável. Transformar em agricultura é o melhor caminho", acredita Dellosbel.

De acordo com a Aprosoja, o leste de Mato Grosso concentra pelo menos três milhões de hectares de pastagens degradadas, espaço que poderia ser transformado em área para produção de grãos, mas, para isso, é necessário que a infraestrutura acompanhe esse crescimento.

sábado, 23 de julho de 2011

Estradeiro da BR-158 debate obras de logística com produtores

As obras de infraestrutura e logística de escoamento dos grãos produzidos na região Leste de Mato Grosso foram discutidas durante a noite desta segunda (18), em Canarana, durante o Estradeiro da BR-158

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O encontro aconteceu no Sindicato Rural e contou com a participação de integrantes da Aprosoja, da coordenação de Estratégia e Novos Negócios da Vale Logística, empresa subconcessionária da Ferrovia Norte-Sul e do Movimento Pró-Logística.

Além da Ferrovia Norte-Sul, a pavimentação da MT-020 e da BR-151 são as principais opções para o escoamento da produção de grãos no Vale do Araguaia. Segundo informações do vice-presidente Leste da Aprosoja, Marcos da Rosa, a pavimentação da MT-020 proporcionará aproximação com o mercado financeiro de Cuiabá, já que o asfalto reduzirá em 200 quilômetros a distância da Capital. De acordo o vice-presidente, toda a compra de insumos, por exemplo, acaba sendo realizada com o Estado de Goiás por conta do fácil acesso à região. “O asfaltamento irá reduzir uma série de impactos econômicos presentes na economia local”, considera.

Para o coordenador de Estratégia e Novos Negócios da Vale Logística, William de Almeida, a região Leste é um importante polo de produção de milho safrinha e, por conta disso, tem recebido os investimentos da companhia. A previsão é de que na próxima safra a região já receba as instalações de terminais e o aumento da frota locomotiva e vagões.

Atualmente o Vale do Araguaia se destaca por ser uma região de Mato Grosso com possibilidade de inserção de novas áreas agricultáveis. Dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) revelam que são pelo menos dois milhões de áreas degradadas que podem ser convertidas para a atividade agrícola.

ESTRADEIRO

O Estradeiro da BR-158 conta a parceria de diversas instituições e entidades e vai percorrer cidades de Mato Grosso, Pará e Tocantins. O objetivo é acompanhar as obras da rodovia, na busca por melhorar a logística de transporte do Estado.

As entidades parceiras do Movimento Pró Logística são: Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato); Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa); Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja); Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat); Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt); Federação do Comércio do Estado de Mato Grosso (Fecomércio/MT); Associação Mato-grossenses dos Municípios (AMM); Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (CREA/MT); Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB); Instituto Ação Verde; Frente Parlamentar de Logística (Frenlog) estadual e federal.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Última fronteira agrícola de Mato Grosso, tem 1/3 das terras agricultáveis



A última fronteira agrícola de Mato Grosso está localizada na região do Araguaia, o que tem despertado interesse de muitos agricultores e produtores de outras regiões do Estado e de fora dele. Com isso a valorização das áreas passou de 100% em pouco mais de 3 anos. De acordo com o gerente da Comissão de Logística da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Edeon Vaz Ferreira, a região do Araguaia tem cerca de 3 milhões dos 9 milhões de hectares disponíveis para serem transformadas em áreas agricultáveis

“Essa é uma região que vai crescer muito, as áreas são de qualidade e temos aí um grande território a ser explorado, do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) revelam que são pelo menos três milhões de áreas degradadas que podem ser convertidas para a atividade agrícola” - acrescentou Ferreira. Além da capacidade de cultura outro detalhe importante no cultivo da região é a logística, já que a região tem grande saída para os portos.

Para discutir aspectos do desenvolvimento econômico da região, o “Estradeiro da Aprosoja” esteve em Porto Alegre do Norte e durante um encontro que reuniu produtores, empresários e políticos, assuntos como estrutura e logística para o desenvolvimento do agronegócio foram discutidos.

Além de discutir logística a intenção do evento foi também observar as obras que estão sendo realizadas, como o asfaltamento da BR 158. “Precisamos cobrar efetivamente do estado para que este problema seja resolvido de uma vez por todos, porque é interesse da região que esse asfalto seja concluído”, disse Ferreira Gerente da Comissão de Logística da etidade.

O presidente do Sindicato Rural de Sinop e vice Presidente da Aprosoja no Nortão que também esteve junto no estradeiro, falou sobre a importância da região. “É uma região que tem grande potencial econômico e agricultável, agora é preciso que o Governo ofereça condições principalmente de escoamento, por isso vamos cobrar do Governo uma atitude quanto ao termino da 158 e também com a famosa estrada do Guardanapo que liga os municípios de Porto Alegre do Norte e também Canabrava do Norte já que lá o potencial agrícola é muito grande, além de ter uma verba alocada para o Governo do Estado de R$ 1 milhão de acordo com as autoridades, vamos cobrar pra que isso seja realidade”, disse Antonio Galvan.

O Estradeiro da BR-158 conta a parceria de diversas instituições e entidades e vai percorrer cidades de Mato Grosso, Pará e Tocantins. As entidades parceiras do Movimento Pró Logística são: Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato); Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa); Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja); Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat); Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt); Federação do Comércio do Estado de Mato Grosso (Fecomércio/MT); Associação Mato-grossenses dos Municípios (AMM); Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (CREA/MT); Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB); Instituto Ação Verde; Frente Parlamentar de Logística (Frenlog) estadual e federal.

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