sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Petrobras terá base em Santos em 2014

A Petrobras terá no porto de Santos, já em 2014, pelo menos uma base logística para abastecer a exploração offshore da Bacia de Santos, onde está a maior fronteira do pré-sal. A estatal também investirá, inicialmente, R$ 77 milhões na construção do Centro de Pesquisa Tecnológica em Petróleo e Gás da Baixada Santista (Cenpeg-BS). As informações são do prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), que se reuniu com a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, esta semana no Rio de Janeiro. Procurada, a Petrobras não comentou o assunto.

Segundo Barbosa, até o fim do ano será lançada a licitação para construção de dois berços de atracação no porto de Santos para prestação de serviços à Bacia de Santos. A estimativa é que a estrutura, operada por quem vencer a licitação, esteja operacional no primeiro semestre de 2014.

De acordo com ele, Graça Foster disse que o projeto executivo do Cenpeg-BS será concluído neste ano. O início das obras está previsto para o primeiro trimestre de 2014. Será uma área de 30 mil metros quadrados cedida pela Prefeitura de Santos, dentro do parque tecnológico. O complexo terá ainda uma escola técnica de petróleo e gás. A cessão do terreno será oficializada em 60 dias, com a presença da executiva.

Originalmente, a Petrobras estava em negociações com a Aeronáutica para utilizar um terreno às margens do porto de Santos para sua base logística. Em setembro de 2012, durante evento em Santos, o então gerente da empresa, José Luiz Marcusso, disse que a Petrobras estava reavaliando o plano logístico para a Bacia de Santos.

Desde então, não se tinha uma visão clara se a região seria sede da logística futura de abastecimento da Bacia de Santos, a mais promissora do país. Hoje as plataformas são atendidas a partir de instalações no Rio de Janeiro e do aeroporto de Itanhaém (SP), mas com o aumento da produção a empresa precisará de novas instalações.

"Essa modelagem de contratação de serviços de terceiros não é só para Santos, mas para outros locais também. Esse é o modelo de negócios de melhor resultado para a empresa", disse Barbosa, questionado sobre a explicação dada pela Petrobras para mudar o projeto original da base.

O prefeito deixou claro que a estatal tende a procurar outras áreas de apoio offshore em Santos conforme a demanda da Bacia aumentar. "A presidente garantiu que novos investimentos serão feitos na região."
Fonte:  Valor Econômico/Fernanda Pires

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Logística e modernização: elementos fundamentais para a distribuição no Brasil


O setor de distribuição viveu muitos anos sob a cultura de que logística eficiente é aquela que coloca mais rapidamente os veículos na rua para entrega. Isso porque o perfil da carga era composto basicamente de caixas fechadas ou embalagens de fácil identificação e manuseio. A distribuição era toda focada no produto, não havendo preocupação específica com o processo. Na rua, os motoristas e seus ajudantes separavam os pedidos na porta do cliente, localizando os produtos da nota fiscal em meio à carga.
Nos últimos anos, o Brasil passou por diversas mudanças econômicas que fizeram com que o mercado distribuidor alterasse o seu comportamento, assim como o perfil de carga. Os pedidos passaram a ser menores e mais frequentes, provocando o que chamamos de “fracionamento” da carga, ou seja, embalagens de menor volume e em menores quantidades.

Este novo perfil de operação tornou impraticável o processo logístico utilizado até então, pois localizar e montar os pedidos na porta dos clientes passou a ser muito mais demorado e sujeito a erros. Sem falar nos riscos que antes não eram tão comuns quanto hoje, como: roubo de carga, avaria de produtos durante a manipulação e a péssima qualidade da entrega sob o olhar do cliente.

O nível de exigência das indústrias é outro ponto que contribui para a modernização do setor. Hoje, a indústria valoriza o distribuidor que vai para rua com todas as entregas embaladas, conferidas (eletronicamente), identificadas e organizadas pela ordem de entrega. Isso certamente representa um esforço e tempo internos maiores dos distribuidores, porém, o trabalho é revertido em qualidade e eficiência do serviço externo.

Para que tudo ocorra de forma ágil e segura, todo o processo é integrado a sistemas logísticos inteligentes, que garantem maior controle e consolidação do trabalho de distribuição, reunindo os diferentes volumes (fracionados e caixas) antes do embarque.

Com isso, o veículo sairá com as entregas perfeitamente organizadas e identificadas, dobrando a produtividade, reduzindo drasticamente erros e avarias e multiplicando a qualidade de serviço percebida pelo cliente.

Para efetivar tais processos é preciso respeitar as instalações físicas da empresa, tipo de produto, perfil de equipe e frota. Para cada cenário há diferentes soluções tecnológicas e logísticas. Tudo é uma questão de encontrar o modelo adequado às necessidades de cada distribuidor.

Desta forma, todos os investimentos serão focados no aprimoramento do processo logístico e a modernização do setor de distribuição. Tais elementos, em perfeita sintonia, só poderão resultar em operações bem sucedidas e a constante profissionalização do setor.


Fonte: Rafael Rojas Filho - é diretor da Target Sistemas

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A nova lei do caminhoneiro



Os motoristas autônomos e de transportadoras gaúchas são contrários à nova lei do caminhoneiro, pois, devido à distância dos grandes centros de consumo, a jornada de 8 horas de trabalho vai obrigá-los a parar no retorno perto de suas casas, dormir na boleia e aumentar os gastos, além de ficarem parados durante 11 horas em locais inseguros sob pena de serem multados e perderem a carteira, escreve o presidente do Sinplast, Edilson Deitos. E pergunta: será que seus criadores realizaram o percurso, pararam no meio do caminho durante 11 horas, pernoitaram no carro em um pátio de posto de beira de estrada e usufruíram das instalações sanitárias, estando a menos de 4 horas do local de destino, antes de aprovar a lei?


O aumento do frete

O maior prejudicado com a lei dos motoristas, segundo o presidente do Sinplast, será a indústria gaúcha (a plástica incluída) devido ao aumento de custo do frete, estimado em mais de 30%. No Brasil, este aumento será de 14%, ou R$ 28 bilhões para 2013, ano em que o governo está preocupado com a inflação.

Fonte: Jornal do Comércio



sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Veja onde encontrar o diesel mais barato do país



Se você está querendo saber onde estão localizados os postos com o melhor preço de diesel, nós mostraremos onde é possível abastecer o tanque do seu caminhão, com uma economia significativa no final do mês.


Os postos de combustíveis da Rodovia Fernão Dias (BR-381), no trecho que corta o Estado de São Paulo, são os que oferecem a melhor opção para encher o tanque com óleo diesel do Brasil, segundo levantamento do Índice de Preços Ticket Car (IPTC). Na rodovia, o combustível custa em média, a R$ 1,93 por litro.

Já, nas rodovias do Mato Grosso, o levantamento aponta as opções mais caras para o abastecimento. Na BR-163, que corta o Estado, o desembolso custa, em média, R$ 2,28 por litro. Nos limites urbanos, o óleo diesel pode ser encontrado pelo menor preço na Bahia: em média R$ 2,00 o litro, seguido por Paraíba e São Paulo.

Postos na rodovia que liga Minas a São Paulo comercializam o combustível com o preço médio por litro.

Fonte: Portal Transporta Brasil, Pesquisa referente ao primeiro semestre de 2012.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Brado Logística se instala em Ponta Grossa e deve gerar 45 postos de trabalho

    

A Brado Logística, empresa criada pela América Latina Logística (ALL) em sociedade com a Standard Logística, e que já opera em vários estados brasileiros, está em fase de instalação de um terminal para transporte de contêineres em Ponta Grossa. A informação é da assessora de comunicação da ALL, Deise Silveira, que visitou ontem a redação do Jornal da Manhã para apresentar o novo gerente da Unidade da empresa em Ponta Grossa, Ghislei Marcelo Bozachi.

De acordo com Bozachi, morador no Cará-Cará, região onde a Brado está se instalando, as obras do terminal devem ser concluídas em 2013, com geração de 45 empregos. O terminal é interligada ao pátio ferroviário da ALL e a estimativa é de que sejam transportados pela nova estrutura 50 vagões por dia, em direção ao Porto de Paranaguá.

Fonte: Jornal da Manhã


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Cocamar investe R$ 50 mi em logística na região de Londrina


Cooperativa planeja novas lojas de atendimento, armazéns, reforma das unidades existentes e rede de postos de combustíveis
 Até meados do ano que vem, a Cocamar Cooperativa Agroindustrial deve investir cerca de R$ 50 milhões em logística na região de Londrina. Entre os investimentos previstos no Município estão um novo escritório de atendimento ao cooperado – já em funcionamento –, um posto de combustíveis e uma estrutura de recebimento de grãos na Warta. Outras estruturas do tipo estão previstas para Primeiro de Maio, Ibiporã, Cambé e na BR- 369, entre Arapongas e Apucarana.


Segundo o presidente da Cocamar, Luiz Lourenço, a cooperativa vai investir também em lojas de atendimento, na reforma das unidades já existentes e na instalação de uma rede de postos de combustíveis em várias cidades. “Nós vamos fortalecer nosso associado na região. Nosso objetivo é dar mais condições para seu trabalho”, afirmou. Segundo ele, nas safras anteriores, o cooperado só não produziu mais porque não havia estrutura para receber a produção. “Não tínhamos armazéns, secadores e as estruturas necessárias. Os caminhões ficavam estacionados na beira da rodovia porque não havia fluxo hábil para atendê-los”, explica. De acordo com ele, as antigas instalações da Corol estavam defasadas. A Cocamar assumiu a Corol há cerca de um ano.

A expectativa é que as estruturas de recebimento estejam prontas até o final da safra de milho, em maio ou junho. “Vamos fazer o possível para, em algumas áreas, os armazéns estejam prontos na safra de soja”, conta. Mas para a safra 2013-2014, ele garante que já estarão em pleno funcionamento. Já a rede de postos será mais rápida. Esta semana, já entrou em funcionamento o primeiro, com a bandeira Ipiranga, em Rolândia. O próximo será em Tamarana, com previsão de inauguração no dia 19. Estão programados outros em Santa Cecília do Pavão, São Jerônimo da Serra e São Sebastião da Amoreira. “Em Londrina só não abrimos ainda por questões burocráticas. Temos que resolver alguma papelada ainda com a ANP, Prefeitura e Bombeiros. Janeiro ou fevereiro, no máximo, estará em funcionamento”, explicou.

Lourenço disse também que a cooperativa pretende entrar em negociação para adquirir a estrutura onde está instalada em Londrina – e que foi arrendada em 2010.

“Queremos construir uma nova Cocamar aqui na região”, disse. Segundo ele, “a receptividade dos produtores e da comunidade de Londrina tem sido grande”. Com aproximadamente 11 mil associados, dos quais cerca de 5 mil são da região de Londrina, a Cocamar prevê faturar R$ 2,2 bilhões em 2012 – um crescimento de 20% sobre os R$ 2 bilhões de 2011.

Para o superintendente da Ocepar, Nelson Costa, os investimentos da Cocamar estão dentro das demandas das cooperativas de modo geral. “As cooperativas paranaenses estão buscando dois pontos básicos: agregar valor ao produto, com agroindustrialização; e na logística – que envolve desde armazéns para recepção até transporte e escoamento da produção para o exterior”, explicou. Segundo ele, as cooperativas investiram cerca de R$ 1 bilhão por ano, nos últimos cinco anos, nestes dois setores. “Hoje, a cooperativa tem que atuar como empresa, fazer investimentos e buscar crescimento”, afirmou.


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Schincariol passa a se chamar Brasil Kirin

Um ano depois de comprar as ações da Schincariol por R$ 6,5 bilhões, a japonesa Kirin Holdings mudará a marca da companhia no Brasil. O nome corporativo será “Brasil Kirin”. O investimento na campanha publicitária e em toda a estrutura da nova marca está incluso em um montante de R$ 480 milhões. A alteração foi apresentada ontem pelo CEO da empresa, Gino Di Domenico, em áudio-conferência à imprensa.

Dentro desse valor também estão investimentos nas fábricas da companhia no Brasil. Dentre elas, está a de Horizonte, no Ceará. Sem detalhar investimento ou alterações, Domenico disse que a empresa está aumentando a capacidade da fábrica e inserindo a produção em lata. A estratégia é para produzir o suficiente para o Estado. Antes, a demanda era atendida por fábricas de outros estados, principalmente Maranhão e Pernambuco.

Domenico lembrou o investimento recente em sua fábrica na Bahia. Com a nova marca “Brasil Kirin”, várias fábricas receberão investimentos. Para aproximar a corporação do consumidor, uma nova campanha publicitária começará a ser veiculada a partir no dia 25 deste mês em jornal e televisão.

Também haverá investimentos nos quase um milhão de pontos de venda no País. “Estamos mudando o nome corporativo da companhia, mas todas as marcas que fazem parte do portfólio continuarão com o mesmo nome”, disse Domenico.

A nomenclatura já muda imediatamente, segundo o CEO. O objetivo é que a empresa deixe de ser apenas industrial e passe a olhar o mercado. “A grande diferença daqui para frente é que a empresa vai olhar as particularidades de cada região”, enfatizou.

Foco no Nordeste
A companhia anunciou que um dos focos de investimentos nos próximos anos será a região Nordeste. “A região cresce o dobro do Brasil. Vamos investir porque a continuará a ser forte nos próximos anos”. O mercado de cervejas premium também é importante, frisou.

Domenico lembrou que a empresa lançou a cerveja Schin No Grau, bebida mais leve desenvolvida para as regiões quentes do Brasil: Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

“A cerveja foi lançada ouvindo os consumidores da região”, disse. A Nova Schin também tem uma participação relevante no Norte/Nordeste, segundo ele.

Como

A empresa manterá as marcas de bebidas. O investimento total é de R$ 480 milhões

ENTENDA A NOTÍCIA

A empresa terá agora um novo posicionamento institucional. O objetivo é desenvolver a empresa melhorando a relação com fornecedores, revendedores e com os clientes. Serão estruturadas prioridades para a companhia.

Fonte: http://www.opovo.com.br

sábado, 10 de novembro de 2012

Varig Log não responderá por obrigações trabalhistas da Varig




A Varig Logística S/A, uma das empresas que arrematou a antiga Varig em leilão judicial, teve o recurso de revista acolhido pela Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho, e não irá responder solidariamente por dívidas trabalhistas anteriores à compra. O relator, ministro Augusto César de Carvalho, reformou a decisão que a havia condenado, com base no artigo 60 da Lei 11.101/05(Lei de falência e recuperação de empresas), que não prevê a sucessão do arrematante nas obrigações do devedor.


Com a alienação judicial da unidade produtiva da antiga Varig, as empresas adquirentes figuraram no polo passivo de ação movida por ex-empregada que pleiteava receber verbas trabalhistas.

A sentença acolheu o pedido da trabalhadora e decretou a responsabilidade solidária de todos os arrematantes da Varig, pois concluiu que são seus sucessores e integrantes do mesmo grupo econômico, devendo responder pelas dívidas deixadas.

A Varig Logística recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), mas não conseguiu reformar a decisão de origem. Os desembargadores ratificaram os fundamentos adotados pelo juízo de primeiro grau e mantiveram a condenação. Para eles, o caso é de sucessão de empregadores, portanto, "irrelevante o fato de a trabalhadora não ter prestado serviços, efetivamente, para a arrematante".

Inconformada, a empresa recorreu ao TST e afirmou que a alienação da unidade produtiva em processo de recuperação judicial não transfere ao adquirente as dívidas trabalhistas do alienante, nesse caso, a Varig.

A Turma deu razão à empresa e reformou a decisão do Regional. O ministro Augusto César explicou que a Lei 11.101/05 assegura ao adquirente o direito de "não responder por obrigações trabalhistas das empresas sujeitas a recuperação judicial".

O relator ainda mencionou julgado do STF no sentido de que os adquirentes do patrimônio da antiga Varig não respondem, como sucessores, por débitos trabalhistas da antiga empregadora.

A decisão foi unanime para excluir a Varig Logística S/A do polo passivo da ação trabalhista.

Processo: RR - 32700-07.2007.5.04.0403


Fonte: TST - Tribunal Superior do Trabalho



quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Que tal desenvolver a sua área de ENGENHARIA LOGÍSTICA?

Através da engenharia logística podemos desenvolver e implantar soluções técnicas altamente personalizadas às nossas necessidades e expectativas, e diferenciadas das soluções adotadas pelos principais concorrentes.


Contar com inteligência em logística deixou de ser um caro luxo e se transformou em um importante diferencial competitivo. Afinal, você pretende se tornar um sobrevivente bem sucedido ou uma estatística de mortalidade entre as empresas que não mais existem?

A logística está entre as três competências básicas de qualquer empresa. Cada vez mais ganha importância entre as atividades "essenciais" das empresas como Produção, Vendas/Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento, Finanças, etc.

Várias são as aplicações práticas da inteligência logística. Envolve desde pequenas melhorias na operação atual, passa pela implantação de soluções que envolvam novas competências na gestão e na operação logística e chega a projetos inéditos, que tratem por exemplo, da construção de um novo Centro de Distribuição ou da implantação de um sistema WMS - Warehouse Management System, que movimentarão cifras representativas.

Sem uma área de engenharia logística, por exemplo, como viabilizar de forma bem sucedida, a atuação da sua empresa no comércio eletrônico? Como poderemos separar caixas ou itens individualmente, embalá-los da forma adequada e entregar no prazo e nas condições acordadas com o Cliente?

Outro exemplo de aplicação seria o redesenho e redimensionamento da malha logística, reavaliando o modelo operacional existente, o nível de serviço aos canais de distribuição utilizados e os custos correspondentes.

Infelizmente não existe uma formação específica para Engenheiros Logísticos no Brasil, equivalente a Engenharia Civil ou Engenharia da Produção. O aprendizado ocorre na prática, na base da tentativa e erro. Importantes horas acabam sendo desperdiçadas nessa atribulada missão.

O trabalho da engenharia logística é incessante. Atua sob uma perspectiva de melhoria contínua, na qual os desafios são cada vez maiores. Aumenta o grau de complexidade, exigindo do Engenheiro Logístico conhecimentos cada vez mais específicos, como legislação fiscal / tributária, seguros em transportes, estatística avançada, pesquisa operacional, engenharia econômica, etc.

Dispor de um ou mais recursos dedicados pode parecer caro. Não dispor de pessoal capacitado e dedicado a acrescentar novas competências logísticas poderá custar mais caro ainda! Por isso, trate a engenharia logística como algo essencial, e não supérfluo. Não encare como custo, mas como investimento, um investimento que permitirá à sua empresa transpor fronteiras até então desconhecidas!

Capacite a sua equipe e colha os resultados! Boa sorte!


Fonte: Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Peças gigantes seguem para a Refap



As duas balsas com os equipamentos importados da Itália para o projeto de ampliação da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) devem chegar ao porto fluvial de Triunfo na tarde desta segunda-feira. As quatro peças gigantes, assim como outras menores, estavam no cais do Porto Novo do Rio Grande desde junho e agosto, quando chegaram da Itália. E no último sábado foram embarcadas nas balsas para serem levadas até Triunfo. O embarque das unidades começou às 10h e terminou às 17h e em seguida as embarcações iniciaram viagem.

As peças gigantes são um forno, com 13,5 metros de comprimento, 6,5 metros de largura e 7,60 metros de altura, pesando 82 toneladas, e três tanques. Dos tanques, dois têm, cada um, 14 metros de comprimento, 8,5 m de largura e 8,2 m de altura, e o outro possui 13 metros de comprimento, 6,8 m de largura e 6,8 m de altura e peso de 27,5 toneladas.



No porto fluvial de Triunfo, os equipamentos serão descarregados e transferidos para os quatro veículos transportadores que as levarão, por via rodoviária, até a Refap, em Canoas. O descarregamento e transferência das peças gigantes para os veículos transportadores devem começar logo após a chegada das balsas e ter continuidade na terça-feira.

Conforme o coordenador-geral da operação de transporte e gerente de Logística do Grupo Darcy Pacheco, Newvani Cirolini Correa, depois que elas estiverem nos veículos transportadores, a Polícia Rodoviária Federal irá vistoriar as condições das amarrações das peças nos veículos. Após a PRF dar aprovação, deverá ter início o transporte por via rodoviária.



A expectativa é que o transporte rodoviário, a partir de Triunfo, se inicie na quarta-feira e seja concluído em três dias, se as condições climáticas forem adequadas (se não chover).

Dos quatro veículos transportadores que levarão os equipamentos até a Refap, dois têm capacidade para 200 toneladas, um terceiro para 120 toneladas e outro para 42 toneladas. Correa observa que devido às dimensões dos equipamentos, esse transporte é considerado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) como o maior já realizado no País.

Fonte: Jornal Agora (RS) / Carmem Ziebell

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