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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Peças gigantes seguem para a Refap



As duas balsas com os equipamentos importados da Itália para o projeto de ampliação da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) devem chegar ao porto fluvial de Triunfo na tarde desta segunda-feira. As quatro peças gigantes, assim como outras menores, estavam no cais do Porto Novo do Rio Grande desde junho e agosto, quando chegaram da Itália. E no último sábado foram embarcadas nas balsas para serem levadas até Triunfo. O embarque das unidades começou às 10h e terminou às 17h e em seguida as embarcações iniciaram viagem.

As peças gigantes são um forno, com 13,5 metros de comprimento, 6,5 metros de largura e 7,60 metros de altura, pesando 82 toneladas, e três tanques. Dos tanques, dois têm, cada um, 14 metros de comprimento, 8,5 m de largura e 8,2 m de altura, e o outro possui 13 metros de comprimento, 6,8 m de largura e 6,8 m de altura e peso de 27,5 toneladas.



No porto fluvial de Triunfo, os equipamentos serão descarregados e transferidos para os quatro veículos transportadores que as levarão, por via rodoviária, até a Refap, em Canoas. O descarregamento e transferência das peças gigantes para os veículos transportadores devem começar logo após a chegada das balsas e ter continuidade na terça-feira.

Conforme o coordenador-geral da operação de transporte e gerente de Logística do Grupo Darcy Pacheco, Newvani Cirolini Correa, depois que elas estiverem nos veículos transportadores, a Polícia Rodoviária Federal irá vistoriar as condições das amarrações das peças nos veículos. Após a PRF dar aprovação, deverá ter início o transporte por via rodoviária.



A expectativa é que o transporte rodoviário, a partir de Triunfo, se inicie na quarta-feira e seja concluído em três dias, se as condições climáticas forem adequadas (se não chover).

Dos quatro veículos transportadores que levarão os equipamentos até a Refap, dois têm capacidade para 200 toneladas, um terceiro para 120 toneladas e outro para 42 toneladas. Correa observa que devido às dimensões dos equipamentos, esse transporte é considerado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) como o maior já realizado no País.

Fonte: Jornal Agora (RS) / Carmem Ziebell

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Plano Nacional de Logística Portuária será concluído até o final do ano



O ministro dos Portos, José Leônidas Cristino, anunciou na manhã desta quinta-feira (25), que o Plano Nacional de Logística Portuária será concluído até o final deste ano. “A partir de 2012 qualquer projeto ou iniciativa envolvendo os portos brasileiros terá que se basear neste documento”, ressaltou Cristino, durante a cerimônia de abertura do Santos Export – Fórum Internacional para Expansão do Porto de Santos, no Mendes Convention Center, em Santos-SP.

“Com esse plano, não é só o governo que vai poder planejar os portos para os próximos 20, 30 anos, mas também a iniciativa privada, que passa a ter maior segurança e confiança”, disse Cristino. Em sua nona edição, o evento reúne autoridades públicas e empresários do setor de infraestrutura, comércio exterior e de logística de transporte para definir diretrizes conjuntas para o desenvolvimento do maior complexo portuário da América Latina.

O ministro ressaltou, também, que os recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) destinados ao complexo portuário santista estão garantidos, afastando qualquer possibilidade de mudança orçamentária ou remanejamento. “A previsão é de que nos próximos anos o índice de cargas movimentadas no Porto de Santos seja triplicado, podendo chegar a 250 milhões de toneladas por ano. Temos que trabalhar para que esse crescimento tenha estrutura e o PAC vai garantir isso”, disse.

Cristino citou alguns dos projetos que estão em andamento como a implantação das margens esquerda e direita da Avenida Perimetral, a conclusão da dragagem do canal do estuário e a derrocagem em Teffé e Itapema. “Nós utilizaremos nesta obra uma draga que foi utilizada no Canal do Panamá e que vai diminuir a previsão de término de oito para três meses”, explicou.

Sobre a Santos Export

Em sua nona edição, o Santos Export é considerado pelo mercado o principal fórum sobre o tema no País em função do alto nível de debate que engendra e pelos especialistas que atrai. E, em 2011, além de debater as questões pontuais do cais santista, trata também de apresentar o modelo portuário chinês, tema de destaque da programação este ano. O evento promoverá ainda uma viagem internacional na qual empresários e autoridades poderão conhecer, in loco, portos da China.

Fonte: Exportnews.com

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Brado Logística consolida primeira operação em parceria com o Tesc


A Brado Logística e o TESC – Terminal Santa Catarina realizaram ontem (10) a primeira operação de transporte ferroviário de contêineres para o porto de São Francisco do Sul. Os contêineres carregados com couro, saíram da Unidade de Cambé (PR) da Brado e seguiram para o complexo portuário catarinense.

“Apostamos nessa parceria, pois abre mais um porto de acesso ferroviário que viabiliza a intermodalidade para os exportadores do Paraná e Santa Catarina, desafogando as estradas desses dois estados”, declara José Luis Demeterco Neto, presidente da Brado Logística.

A carga chegou nesta quarta-feira, no período da manhã, e foi descarregada, diretamente, no retroporto do TESC, com destino para o mercado internacional. A parceria da Brado Logística com o TESC – Terminal Santa Catarina tem o objetivo de viabilizar o transporte ferroviário de contêineres dry e reefer para o porto de São Francisco do Sul, reduzindo em até 20% o custo com transporte de cargas em contêineres. Além disso, a ferrovia é uma alternativa sustentável e eficiente que contribui para a redução das emissões de CO2. De acordo com o The Climate Analysis Indicators Tool o modal emite menor quantidade de gás carbono (1,34%), com relação aos outros modais.

A malha ferroviária existente, que já realiza operações com granéis, vai aumentar a atividade de transporte de contêineres para cargas frigorificadas e secas e atender, a princípio, os exportadores de Lages (SC), Ponta Grossa (PR), Cambé (PR), Cascavel (PR) e, após 90 dias, Telêmaco Borba (PR). O tempo de deslocamento será de no máximo 96 horas e terá frequência diária para movimentação de contêineres cheios e vazios.

SOBRE A BRADO LOGÍSTICA:

A BRADO LOGÍSTICA atua forte no mercado de contêineres no Brasil e Mercosul, utilizando o diferencial do transporte ferroviário para escoamento das cargas atendendo o grande, médio e pequeno embarcador, com logística e infraestrutura diferenciada. A Companhia oferece capacidade, competitividade nos custos e qualidade de serviço, além de operações de transporte intermodal rodoferroviário, armazenagem de cargas reefer e dry, distribuição, frota própria, terminais de contêineres, Redex, Vigiagro e habilitações para os mercados internacionais.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Porto do Açu atrai fábrica alemã com encomendas de US$ 1,1 bilhão


A LLX Logística anunciará em setembro o nome da montadora de motores, bombas e compressores a diesel que irá se instalar na área industrial do Superporto do Açu. “Pelo fato de o estaleiro OSX ser um grande montador de navios gigantes, que dependente de vários componentes, vamos induzir essa indústria”, afirma o empresário Eike Batista.

Ele não revela o nome da empresa, adianta apenas que é de origem alemã. Segundo Batista, a companhia venceu concorrência no valor de US$ 1,1 bilhão em fornecimento de motores para as empresas do grupo EBX que irão ocupar o Açu (MPX, OGX e OSX). “Dissemos que, se quisessem ganhar essa encomenda, teriam de ter fábrica no Açu”, diz Eike.

Será a primeira indústria do polo metal-mecânico do Açu, espaço criado pela LLX para atender a demanda por equipamentos do complexo. Segundo a companhia, 60 empresas negociam ocupar partes dos blocos industriais do Açu (automotivo, metalmecânico, mineração, naval, siderurgia e tecnologia). “Se pensarmos em um shopping Center com várias lojas, estamos na fase de negociação com os clientes-âncoras”, compara o diretor financeiro Leonardo Gadelha.

A LLX pretende arrebanhar novos integrantes para o complexo até o final deste ano. Entre eles, uma montadora de automóveis e duas fábricas de cimento com capacidade de produção entre 6 e 8 milhões de toneladas anuais.

O complexo prevê atrair US$ 40 bilhões em aportes de fábricas a partir de 2012, quando começará a operar, após R$ 3,4 bilhões já investidos pela EBX na construção do Açu. A LLX MinasRio coloca R$ 1 bilhão para movimentar minério de ferro da Anglo American no terminal TX1. A capacidade será de 350 milhões de toneladas de carga, expansível em mais 100 milhões no píer de 3 km de extensão e profundidade de 10,5 a 25 metros, capaz de receber navios do tipo Chinamax, os maiores cargueiros e operação nos oceanos, que podem transportar até 400 mil toneladas. O TX1 vai operar também 1,2 milhão de barris de petróleo da OGX por dia. “Já trabalhamos com a previsão de 2,5 mil barris/dia”, diz o presidente da LLX, Otávio Lazcano. Ele calcula que o movimento de barris pode atingir de 6 milhões a 7 milhões diários no raio de 150 km que separa o porto das bacias de Campos e de Santos. “O Açu é o quintal do pré-sal”.

A LLX já concluiu a remodelação do projeto inicial do Açu para incluir o terminal TX2. A ampliação de R$ 2,4 bilhões nos recursos a serem aplicados foi definida após a decisão da OSX de migrar para o norte fluminense. A mudança ocorreu após protestos de ambientalistas de Santa Catarina, em 2010, pela preservação do reduto de golfinhos na região de Biguaçu — área pleiteada pelo estaleiro. A LLX negocia agora a contratação de movimentadores de carga para terceira a operação do TX2 a ser usada
por indústrias do complexo.

Gasoduto de US$ 1,5 bi
As primeiras empresas ancoradas no Açu foram siderúrgicas — a chinesa Wisco e a argentina Techint. O estaleiro terá capacidade de transformar 180 mil toneladas por ano de chapas grossas de aço em navios-plataformas para a OGX. Em parceria com a Hyundai que permite nacionalizar tecnologia, o OSX produzirá 44 das 48 unidades de exploração de óleo e gás da OGX. O pacote de encomendas entre as empresas soma US$ 30 bilhões.

A Wisco e a Techint foram atraídas pela oferta de minério da Anglo e da MMX no Açu, além dos 5,4 megawatts oferecidos pela MPX a custo 30% mais baixo que o do mercado. O consumo das siderúrgicas patrocinará a construção do gasoduto de 350 km que a OGX estenderá do poço Waimea (Bacia de Santos) até o Açu. O duto custará US$ 1,5 bilhão. “Vamos fornecer gás para as siderúrgicas, que vão consumir 7 milhões de metros cúbicos, permitindo fazer o pipeline (gasoduto)”, diz Eike Batista.

Fonte: Brasil Econômico

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Inmetro passará a fiscalizar cargas em portos e aeroportos



O Plano Brasil Maior, com medidas do Governo para incentivar a indústria nacional, investirá em mudanças para a modernização do Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. A proposta é ampliar o instituto, que passará a atuar também em aeroportos e portos para testar a qualidade dos produtos importados, que terão de respeitar as mesmas regras dos nacionais.

A ideia é acabar com a concorrência desleal, ao evitar que produtos importados sem qualidade continuem disputando espaço com mercadorias nacionais. O Inmetro poderá ter livre acesso às alfândegas nos portos e aeroportos do País.

O órgão também vai ajudar na formulação de acordos de livre comércio, quando os temas forem barreiras técnicas e harmonização de regulamento, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O seu nome mudará para Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia.

Fonte: A Tribuna – Santos/SP

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Governo de Alagoas discute implantação de novo porto

Secretário se reuniu com empresa
Secretário se reuniu com a empresa



A construção de um novo porto em Alagoas, localizado no litoral sul, foi a pauta de reunião realizada nesta quarta-feira (29), entre a equipe da Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande) e diretores da empresa LLX Logística S.A., do grupo EBX. Na ocasião, foram apresentadas as potencialidades e necessidades da atividade portuária no Estado.
Para o secretário do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico, Luiz Otavio Gomes, a implantação do novo porto, localizado no município de Coruripe, é de fundamental importância para o desenvolvimento de Alagoas.
“Este é um governo que pensa no futuro e o novo porto representa um projeto estruturante do Estado, que vai alavancar a nossa economia. Para agilizar esse projeto, estamos nos reunindo com empresas para conhecer diferentes propostas”, ressaltou.
A construção do empreendimento, que tem sido estudada pelo Governo de Alagoas, visa melhor atender à demanda turística e ampliar a atividade comercial, de exportação e importação de produtos por meio do novo porto. Nesta fase, o Governo do Estado tem se reunido com diferentes empresas para estudar e discutir diferentes propostas para a implantação do empreendimento.
Por meio da equipe do desenvolvimento econômico da Seplande, o Estado já realizou estudos e avaliou questões como a região onde o porto será localizado, bem como levantou dados sobre a atividade portuária em Alagoas. Atualmente, vários produtos são importados e exportados pelo estado, como combustível, PVC, cimento e, principalmente, açúcar.
Na reunião, o secretário adjunto do Desenvolvimento Econômico, Keylle Lima, discorreu sobre os benefícios fiscais ofertados pelo Estado para a instalação de novos empreendimentos e destacou a movimentação de mercadorias e cargas no atual porto de Maceió. “Em 2010, por exemplo, foram exportadas 1,7 milhão de toneladas de açúcar”, acrescentou.
De acordo o secretário adjunto, o novo empreendimento deve ser aproveitado para a exportação de cobre, ferro e ouro. Nesse sentido, ele frisou que estudos prévios da mineradora Vale Verde em território alagoano já identificaram 165 milhões de toneladas de minérios nos municípios de Craíbas e Igaci.
O diretor comercial da empresa LLX Logística, Valdir Dall’Orto, avaliou positivamente a possibilidade de investir no Estado. O próximo passo, segundo ele, é fazer um estudo local e mercadológico, com duração de 90 dias, para levantar questões comerciais, como a quantidade de carga transportada atualmente.
“A construção desse empreendimento em Alagoas é muito importante, já que ele irá possibilitar a ampliação da exportação e importação de produtos, uma vez que o novo porto poderá receber uma maior quantidade de carga”, finalizou o diretor comercial da LLX Logística.
Fonte:Agência Alagoas

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