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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Nova linha de pesados e semipesados VM, da Volvo

Terceira geração traz motores mais potentes e sistema que atende às novas normas de emissão de poluentes

A Volvo do Brasil lançou, no dia 2 de setembro, na cidade de San Pedro do Atacama, no Chile, a terceira geração de sua linha de caminhões pesados e semipesados VM que, além das alterações internas e de design, traz também a tecnologia de Redução Catalítica Seletiva (SCR, na sigla em inglês), que atende a legislação de emissões de gases Proconve P7, que estará em vigor a partir do dia 1º de janeiro de 2012.

A Proconve P7, equivalente à norma Euro 5 em vigor nos países da Europa, estabelece que a emissão de óxido de nitrogênio dos motores a combustão deve ser reduzida em 60%, enquanto a emissão de partículas deve passar por uma diminuição de 80%. O sistema SCR funciona com base na utilização do agente catalisador Arla32 (Agente Redutor Líquido Automotivo), armazenado em um tanque específico e injetado no sistema de escape para promover reações químicas nos gases provenientes do motor, reduzindo as emissões e liberando nitrogênio e vapor de água, substâncias que não trazem prejuízos ao meio ambiente.

As novidades

Disponível no mercado já no primeiro mês do ano que vem, a nova linha VM vem equipada com motores de seis cilindros Euro 5 em três novas potências: a versão de 210cv ganha dois cilindros adicionais e passa a contar com motor de 220cv, assim como as versões de 260cv e 310cv passam para 270cv e 330cv, respectivamente. Os novos propulsores apresentam ainda aumento da pressão de injeção (de 1400 bar para 1800 bar), proporcionando economia de combustível.

O novo VM conta ainda com opções de caixa de câmbio e eixos traseiros preparados para atender às mais variadas necessidades do transportador, para utilização em operações de média e longa distâncias, no transporte misto urbano e rodoviário. A caixa de câmbio de seis marchas e o eixo traseiro de dupla velocidade, por exemplo, são ideais para os caminhões utilizados em operações de distribuição com caçamba, guincho ou implementos para lixo, em perímetros urbanos ou em rotas metropolitanas. Já a caixa de câmbio de nove marchas e o eixo traseiro com relação mais longa compõem uma alternativa para caminhões voltados às operações rodoviárias.

Equipado com computador de bordo, o VM provê ao motorista uma gama de informações no painel, como consumo de combustível, do agente Arla32 e avisos de eventuais falhas. O tacógrafo, agora em formato digital, está instalado na parte superior da cabine, proporcionando acesso mais fácil, assim como ocorre com o rádio, que na nova geração passa a fazer parte do painel de instrumentos.

Para trazer mais conforto ao motorista, a coluna de direção conta agora com controle de ajuste pneumático e o volante apresenta mais comandos incorporados, como o piloto automático e o acionamento das buzinas elétrica e de ar.

Novo modelo

A terceira geração dos veículos VM marca também o lançamento das versões rígidas 6×2 e 4×2, ambos com motor de 330cv, potência que antes contava apenas com opção de cavalo mecânico. O novo caminhão chega com o objetivo de atender à cadeia logística, unindo agilidade e uma elevada capacidade de carga.

Com as novas potências, o VM conta com freio motor 60% mais potente, que garante maior velocidade média e segurança nas descidas.

On Board Diagnosis

Para atender às demandas da norma Proconve P7, os caminhões da Volvo passarão a contar, a partir de 2012, com o dispositivo On Board Design (OBD), um sistema eletrônico que monitora sinais importantes relacionados às emissões de gases poluentes no veículo.

O sistema monitorará constantemente o motor e indicará ao motorista eventuais falhas que possam afetar as emissões. Todo o diagnóstico é feito por sensores distribuídos em diversos pontos da arquitetura eletrônica do caminhão. O OBD faz o monitoramento dos sistemas de injeção, admissão de ar e gases de escape. Dependendo do nível de emissões de poluentes, ele pode até mesmo reduzir gradativamente o torque do motor.

A instalação de dispositivos de autodiagnose, como o sistema OBD, consiste em uma obrigatoriedade imposta pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) para assegurar que os níveis de emissão sejam mantidos dentro dos limites pré-estabelecidos.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Volvo Construction Equipment inaugura filial em São Luís

Objetivo é reforçar a presença na região Nordeste que, atualmente, responde por 15% das vendas

A Volvo Construction Equipment Latin America (VCE), empresa do Grupo Volvo que produz equipamentos voltados para trabalhos em construção, mineração e movimentação de materiais, e a Entreposto Comércio de Máquinas e Serviços – distribuidor de equipamentos da montadora – inauguraram, na última semana, uma filial em São Luís.

Com investimento de R$ 3 milhões, a nova unidade reforça a presença da Volvo na região. Segundo o presidente da Volvo Construction Equipment Latin America, Yoshio Kawakami, a meta é estar mais próximo dos clientes e poder proporcionar um atendimento ainda melhor. Ele comenta, ainda, que a empresa acredita na continuidade da expansão da economia do Brasil, principalmente do Nordeste, que atualmente representa 15% das vendas da Volvo CE no País.
A implantação da nova filial, a 36ª no Brasil, também foi motivada pelos grandes investimentos previstos para os próximos anos no Maranhão. Somente o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tem previsão de investimento de R$ 43 bilhões no Estado para o próximo período. A Volvo pretende, também, potencializar sua base de mercado estadual.

Sediada em Curitiba com fábrica em Pederneiras (SP), a VCE vem mantendo um ritmo de crescimento há mais de dez anos. “Nosso plano de expansão de rede para 2011 é 100% maior do que o realizado em 2010”, lembra. Esta é a quarta inauguração de novas filiais pelo País neste ano, que se soma às novas unidades de Porto Velho, Aracaju e Teixeira de Freitas (BA). Kawakami completa. “Temos crescido tanto em faturamento quanto em participação de mercado. Continuamos apostando no Brasil, que foi responsável por 57% do aumento de vendas da empresa na América Latina registrado em 2010”, diz.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Volvo apresenta caminhões que atendem às normas Proconve P7




A Volvo apresentou à imprensa, na última sexta-feira, dia 08 de julho, em evento realizado na cidade de Manaus, as novidades para sua linha F de caminhões pesados e extrapesados, que conta com nova motorização e tecnologia de Redução Catalítica Seletiva (SCR, na sigla em inglês), que permite ao frotista atender às demandas legais de emissão de poluentes da norma Proconve P7, que entrará em vigor a partir do dia 1º de janeiro de 2012, mesma data em que os veículos entram na linha de produção da companhia.

A Proconve P7, equivalente à norma Euro 5 em vigor nos países da Europa, estabelece que a emissão de óxido de nitrogênio dos motores a combustão deve ser reduzida em 60%, enquanto a emissão de partículas deve passar por uma diminuição de 80%. O sistema SCR funciona com base na utilização do agente catalisador Arla32 (Agente Redutor Líquido Automotivo), armazenado em um tanque específico e injetado no sistema de escape para promover reações químicas nos gases provenientes do motor, reduzindo as emissões e liberando nitrogênio e vapor de água, substâncias que não trazem prejuízos ao meio ambiente.

Para o presidente da Volvo do Brasil, Roger Alm, a novidade é um demonstrativo da preocupação da companhia com a preservação ambiental. “Respeito ao meio ambiente, ao lado da qualidade e da segurança, é um dos valores essenciais da nossa marca”, diz o executivo. Segundo Bernardo Fedalto Jr., gerente de Caminhões a Linha F, o SCR já é um sistema consagrado internacionalmente. “Já temos mais de 170 mil caminhões com a tecnologia comercializados e rodando na Europa e em outros mercados onde a Volvo Trucks está presente e que já estavam com a legislação de emissões em etapas mais avançadas”, afirma.



“Os tanques de Arla32 estarão disponíveis em tamanhos apropriados para proporcionar boa autonomia de viagem”, observa Ricardo Tomasi, engenheiro de Vendas da

Volvo do Brasil. Quando existe a necessidade de reabastecimento do tanque do agente, o motorista é alertado por meio de um sinal luminoso no painel do caminhão.

O Arla32 é um líquido estável, incolor, não-inflamável e sem odor, composto por 32,5% de ureia diluída em água desmineraliza. O consumo do agente é de cerca de 4 a 5% do consumo de diesel.

Nova motorização

Os caminhões da linha FH e FMX com motor de 13 litros estarão equipados com novas potências de motor. Cada veículo sairá da linha de produção com torques elevados em 100 Nm e 20cv a mais, com modelos que variam de 420cv a 540cv.

Com maiores torques, os caminhões da marca aliam a menor emissão de gases poluentes a maiores velocidades médias e maior produtividade em todo tipo de operação, mantendo o baixo consumo de combustível. “Temos, mais uma vez, o caminhão mais potente do Brasil”, destaca o gerente de Planejamento Estratégico da Volvo, Sérgio Gomes, referindo-se ao FH 540cv.

Segundo Ricardo Tomasi, a nova geração de motores da linha F conta com componentes internos e softwares que otimizam a combustão, resultando em um baixo consumo de diesel.

Os caminhões FM e FMX com motor 11 litros também recebem atualizações para atender às normas de emissões de poluentes, mas mantêm a mesma potência.

As atualizações da nova geração dos caminhões da linha F incluem ainda a nova caixa de câmbio I-Shift adequada ao aumento de torque dos motores e o novo eixo traseiro sem redução de cubos para os modelos FH, que conta com carcaça fundida e capacidade máxima de tração de 65 toneladas.

On Board Diagnosis

A partir de 2012 os caminhões Volvo contarão com o dispositivo OBD, um sistema introduzido para monitorar sinais importantes relacionados às emissões e indicar ao motorista eventuais falhas, além de reduzir gradativamente o torque do motor em caso de mal funcionamento que possa comprometer o nível de emissões.

O sistema OBD realiza o monitoramento dos sistemas de injeção, admissão de ar, gases de escape, qualidade do reagente, sua correta dosagem e disponibilidade, alterações de desempenho do motor e possível emissão excessiva de poluentes indesejáveis.. Todo o diagnóstico é feito por meio da supervisão dos sinais de sensores distribuídos em diversos pontos da arquitetura eletrônica do caminhão e mostrados ao motorista diretamente no painel.

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