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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Transportadoras e motoristas recebem incentivo da Veloce Logística



A Veloce Logística concedeu, no dia 22 de julho, o prêmio Destaq. O reconhecimento é concedido às empresas de transporte e aos motoristas que obtiveram as melhores avaliações em termos de desempenho, sustentabilidade e qualidade.

O prêmio Destaq aconteceu no auditório do Sest/Senat de Santo André. Na categoria Transporte Internacional, os vencedores foram: Andrade Grigolo, José Zanchi e Cia Ltda e Transportes Água Santa e Posto Carretão, como primeiro, segundo e terceiro colocados, respectivamente.

As operações de Transporte Internacional, especificamente entre Brasil e Argentina, são realizadas por empresas e motoristas autônomos, que atrelam, em seus cavalos mecânicos próprios, as carretas da Veloce. Transportam autopeças e material de consumo, como produtos de higiene e alimentos.

Na categoria Motorista do Transporte Internacional, os premiados foram, do primeiro ao quinto lugar: Odir Afonso Justen; Antonio Alexandre da Silva; Ocir de Oliveira Machado; Elesio Adair Hoffmann Schutz e Juliano Klusener Volpato.

Também foram premiadas as transportadoras que realizam as operações “Milk Run”. São as operações de coleta programada de autopeças junto a diversos fornecedores, distribuídos entre os estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e a entrega no Centro de Consolidação de Diadema da Veloce (CCD). As contempladas nesta categoria foram: Antonio Carlos Silva (1° lugar); Expresso DLD Mudanças e Transportes (2°); e Trancessi Transportes (3°).

Os critérios de avaliação para os prêmios foram: produtividade do transporte (desempenho), capacidade de superar as expectativas dos clientes (qualidade) e iniciativas para reduzir a emissão de poluentes, como manutenção de caminhões e compra de novos veículos (sustentabilidade).

“Somos uma empresa jovem, de apenas dois anos, mas que conseguiu reunir um grupo de parceiros e colaboradores bastante maduro profissionalmente. Entendemos que o trabalho leva à realização pessoal. Por isso, valorizamos o esforço de nossos parceiros e colaboradores, com um agradecimento formal, embora singelo, pelos importantes resultados – e que foram muitos - alcançados nestes primeiros anos. Mais do que nunca precisaremos ter parceiros confiáveis, competentes e que acreditam no trabalho como nós acreditamos”, disse Paulo Roberto Guedes, diretor-presidente da Veloce Logística.

Fonte: Veloce Logística e NTC&Logística

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Sustentabilidade na logística – exemplos reais

Já discutimos como a logística pode ajudar o meio ambiente, como por exemplo com embalagens mais sustentáveis ou através da logística reversa. Hoje veremos exemplos de grandes empresas que contribuem para esta tendência, como Walmart, PepsiCo e IBM. Estes exemplos vem do jornal LA Times e mostram como o Walmart e outras companhias têm se esforçado para melhorar sua sustentabilidade. Há alguns exemplos interessantes que se aplicam além da gigante do varejo.
exemplos e estudos de caso em logística reversa e sustentabilidadeA cervejaria Anheuser-Busch InBev disse querer reduzir em 30% o uso de água em seus processos produtivos em até 5 anos e reciclar 99% de seus resíduos até 2012. A varejista de ferramentas Lowe’s reciclou quase meio bilhão de quilos de pallets de madeira e papelão.
No ano que vem, a PepsiCo Inc. está planejando testar garrafas feitas a base de plantas – que incluiriam mais de meio milhão toneladas de cascas de aveia e de laranja, que normalmente são resíduos de outras atividades da empresa.

A IBM ficou em primeiro lugar dentre 100 empresas no quesito ambiental da lista da Corporate Responsability Magazine. Mas o ambientalismo não é somente “uma demonstração de virtude da empresa” ou uma forma de filantropismo, segundo o diretor executivo Samuel Palmisano. É uma estratégia de crescimento.
“As preocupações sobre nosso meio ambiente não se opõem às preocupações sobre nossas economias e sociedades – elas são uma só”.
Para o Walmart, algumas iniciativas vão diretamente para as operações do dia-a-dia. Mas por trás das prateleiras, as operações passaram por grandes mudanças sustentáveis. A empresa afirmou que 80% dos seus resíduos na Califórnia não vão mais para os aterros sanitários – eles são reciclados em novos produtos. Ela já economizou milhões de dólares reciclando embalagens de produtos.

Mas isto vem com uma advertência: o Walmart afirma que acompanha o processo cautelosamente, pois qualquer passo dado afeta milhares de fornecedores.
“Como uma grande empresa, temos a responsabilidade e uma oportunidade – as decisões que tomamos podem acelerar mudanças por toda a cadeia de suprimentos”, disse Leslie Dach, vice-presidente executiva de assuntos corporativos. “Mas nós temos que ser mais cautelosos devido ao nosso porte”.
É uma troca interessante. Por um lado, o Walmart pode fazer muitas empresas entrarem nesta corrida. Se eles decidem que algo deve ser feito, empresas e cadeias de suprimentos podem mudar rapidamente. Por outro lado, eles sabem que existem consequências severas se eles estiverem errados. Isto significa que empresas pequenas podem arriscar mais se encontrarem alguém disposto a arriscar com eles. O Walmart certamente encontrará alguém disposto a jogar o jogo deles, mas se estiverem errados isto custará muito dinheiro para muitas pessoas.

Baseado no texto “Green packaging” de Martin A. Lariviere, publicado no blog The Operations Room. Tradução e adaptação feitas por Leandro Callegari Coelho.

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