Softway faz parceria com Actia e mira logística : Software Baguete
Fonte: Baguete.com.br
quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
Trafti acaba de fechar novo contrato de prestação de serviços logísticos com a Bombril
A Trafti, operador logístico consolidado a partir da fusão de cinco tradicionais empresas de armazenamento, transporte e serviços logísticos acaba de fechar contrato com a Bombril, uma das maiores empresas de soluções de limpeza do Brasil.
O contrato prevê o fornecimento de soluções em armazenagem, movimentação e separação de amostras de parte dos produtos acabados e semiacabados da Bombril, além do transporte entre os seus complexos industriais e o armazenamento da Trafti localizado estratégicamente próximo ao Rodoanel e entre a rodovias Imigrantes e Anchieta.
Seguindo o objetivo principal, que é a otimização dos negócios e recursos produtivos e financeiros das empresas, a Trafti busca a implementação de soluções logísticas que auxiliem o aumento da capacidade produtiva, maior cobertura geográfica, aumento da flexibilidade operacional e melhoria do nível de serviço dos clientes.
Com o novo contrato, a Trafti reforça a sua posição como operador capaz de atender as mais variadas demandas de toda a cadeia produtiva.
Fonte: NTC Logística
O contrato prevê o fornecimento de soluções em armazenagem, movimentação e separação de amostras de parte dos produtos acabados e semiacabados da Bombril, além do transporte entre os seus complexos industriais e o armazenamento da Trafti localizado estratégicamente próximo ao Rodoanel e entre a rodovias Imigrantes e Anchieta.
Seguindo o objetivo principal, que é a otimização dos negócios e recursos produtivos e financeiros das empresas, a Trafti busca a implementação de soluções logísticas que auxiliem o aumento da capacidade produtiva, maior cobertura geográfica, aumento da flexibilidade operacional e melhoria do nível de serviço dos clientes.
Com o novo contrato, a Trafti reforça a sua posição como operador capaz de atender as mais variadas demandas de toda a cadeia produtiva.
Fonte: NTC Logística
terça-feira, 30 de março de 2010
Frete rodoviário tem alta de 50% no Paraná
Um serviço de transporte de carga padrão, que custava R$ 1.000,00 até o final de 2009, agora custa em média R$ 1.500,00.
De acordo com o presidente do grupo G10, Cláudio Adamucho, o aumento obtido nesse período compensa as perdas que foram registradas nos meses anteriores.
"No período da entressafra, os caminhoneiros não lucraram nada e alguns até tiveram prejuízo", afirma Adamucho. "As transportadoras conseguiam cobrir os custos variáveis e apenas uma parte dos custos fixos", acrescenta. A situação agora é inversa.
Com uma frota de 750 caminhões, o Grupo G10 trabalha com 100% da capacidade para atender à demanda por transporte de carga. O destino principal da soja da região é o Porto de Paranaguá, a 528 km de Maringá. Quando o terminal está congestionado ou a soja é transgênica - não aceita pelo governo do estado -, a carga quase sempre é desviada para o Porto de São Francisco do Sul, em Santa Catarina, a 148 km do terminal paranaense.
De acordo com o presidente do grupo G10, Cláudio Adamucho, o aumento obtido nesse período compensa as perdas que foram registradas nos meses anteriores.
"No período da entressafra, os caminhoneiros não lucraram nada e alguns até tiveram prejuízo", afirma Adamucho. "As transportadoras conseguiam cobrir os custos variáveis e apenas uma parte dos custos fixos", acrescenta. A situação agora é inversa.
Com uma frota de 750 caminhões, o Grupo G10 trabalha com 100% da capacidade para atender à demanda por transporte de carga. O destino principal da soja da região é o Porto de Paranaguá, a 528 km de Maringá. Quando o terminal está congestionado ou a soja é transgênica - não aceita pelo governo do estado -, a carga quase sempre é desviada para o Porto de São Francisco do Sul, em Santa Catarina, a 148 km do terminal paranaense.
domingo, 13 de dezembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
Venda de implementos cai 21%
O número de emplacamentos de implementos rodoviários de janeiro a setembro deste ano é 21% menor que o do mesmo período do ano passado. Os resultados do setor foram divulgados nesta terça-feira em entrevista coletiva concedida pelos dirigentes da Anfir, na Fenatran. Segundo a entidade, nos primeiros nove meses deste ano foram emplacadas 79.305 unidades contra 100.786 do mesmo período de 2008.
A redução maior se deu na linha pesada, de reboques e semirreboques: 33,85%. As carrocerias sobre chassis (linha leve) tiveram retração de 12,04%. O presidente da associação, Rafael Wolf Campos, disse que o resultado de 2009 deverá ser muito parecido com o de 2007, quando foram emplacados 103.069 implementos rodoviários.
Exportações
A exportação de implementos sofreu mais que o mercado interno. De janeiro a setembro deste ano, foram exportados 2.178 unidades contra 5.147 de igual período de 2008 - redução de 57,68%.
A redução maior se deu na linha pesada, de reboques e semirreboques: 33,85%. As carrocerias sobre chassis (linha leve) tiveram retração de 12,04%. O presidente da associação, Rafael Wolf Campos, disse que o resultado de 2009 deverá ser muito parecido com o de 2007, quando foram emplacados 103.069 implementos rodoviários.
Exportações
A exportação de implementos sofreu mais que o mercado interno. De janeiro a setembro deste ano, foram exportados 2.178 unidades contra 5.147 de igual período de 2008 - redução de 57,68%.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Maringá torna-se importante corredor de importação e exportação com voos diretos para Miami
No início da madrugada desta terça-feira (22) aterrizou no Aeroporto Internacional de Maringá-PR, mais um Boeing 767-300F, da companhia aérea Lan Chile/ABSA Cargo Airlines, com 45 toneladas de mercadorias, diretas de Miami (EUA) e que movimentaram o Terminal Internacional de Cargas (TECA), parte da importação é de componentes eletrônicos de alta tecnologia, adquiridos por empresários da região noroeste do Paraná.
Este é o quarto voo internacional - o segundo noturno - ocorrido no Aeroporto da Cidade Canção, comprovando a agilidade dos profissionais do TECA na entrega das mercadorias. "Estamos comprovadamente evoluindo no mercado brasileiro, já que diante do sucesso da abertura do mercado norte-americano/Maringá, com voos diretos de Miami, empresários e investidores colocam Maringá como um centro brasileiro dentro do comércio exterior na importação de produtos de alto valor agregado", comentou o executivo do TECA e Porto Seco Norte do Paraná, Marcos Capellazzi.
Empresa Tampa-Cargo começa a operar
A empresa aérea colombiana Tampa-Cargo começa a operar nesta quarta-feira (23) dentro da rota Miami (EUA)/Maringá. O Boeing 767-200 aterriza às 17h no Aeroporto Internacional de Maringá, estendendo as operações internacionais do Terminal Internacional de Cargas (TECA) de Maringá. O voo chega com 40 toneladas de componentes eletrônicos, adquiridos por investidores da região Noroeste do Paraná.
"Hoje mais uma grande empresa aérea entra na rota de vôos Miami/Maringá/Miami. Estamos satisfeitos com a aceitação e procura de investidores do Paraná e Brasil em cima dos serviços prestados pelo Terminal Internacional de Cargas e Porto Seco Norte do Paraná. Por isso, estamos estendendo o número de vôos. A empresa Tampa-Cargo estará conosco por um mês, mas estamos mantendo entendimentos para ampliar o prazo de vôos da empresa dentro da rota Miami/Maringá/Miami", disse Marcos Capellazzi, executivo do Terminal Internacional de Cargas e Porto Seco Norte do Paraná.
Dentro do plano quinzenal de vôos internacionais, o aeroporto de Maringá já recebe aviões cargueiros Boeings 767-300F, da companhia aérea Lan Chile/ABSA Cargo Airlines.
Este é o quarto voo internacional - o segundo noturno - ocorrido no Aeroporto da Cidade Canção, comprovando a agilidade dos profissionais do TECA na entrega das mercadorias. "Estamos comprovadamente evoluindo no mercado brasileiro, já que diante do sucesso da abertura do mercado norte-americano/Maringá, com voos diretos de Miami, empresários e investidores colocam Maringá como um centro brasileiro dentro do comércio exterior na importação de produtos de alto valor agregado", comentou o executivo do TECA e Porto Seco Norte do Paraná, Marcos Capellazzi.
Empresa Tampa-Cargo começa a operar
A empresa aérea colombiana Tampa-Cargo começa a operar nesta quarta-feira (23) dentro da rota Miami (EUA)/Maringá. O Boeing 767-200 aterriza às 17h no Aeroporto Internacional de Maringá, estendendo as operações internacionais do Terminal Internacional de Cargas (TECA) de Maringá. O voo chega com 40 toneladas de componentes eletrônicos, adquiridos por investidores da região Noroeste do Paraná.
"Hoje mais uma grande empresa aérea entra na rota de vôos Miami/Maringá/Miami. Estamos satisfeitos com a aceitação e procura de investidores do Paraná e Brasil em cima dos serviços prestados pelo Terminal Internacional de Cargas e Porto Seco Norte do Paraná. Por isso, estamos estendendo o número de vôos. A empresa Tampa-Cargo estará conosco por um mês, mas estamos mantendo entendimentos para ampliar o prazo de vôos da empresa dentro da rota Miami/Maringá/Miami", disse Marcos Capellazzi, executivo do Terminal Internacional de Cargas e Porto Seco Norte do Paraná.
Dentro do plano quinzenal de vôos internacionais, o aeroporto de Maringá já recebe aviões cargueiros Boeings 767-300F, da companhia aérea Lan Chile/ABSA Cargo Airlines.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Custo com logística pesa no bolso
Uma recente pesquisa inédita realizada com 87 empresas brasileiras mostra que os custos com logística chegam a 8,3% da receita líquida. Pior: os gastos cresceram nos últimos anos. Na pesquisa anterior, em 2005, a proporção era de 7,5%. A forte movimentação de cargas em 2008 elevou o preço do transporte.
Esse custo caiu com a crise, mas a retração das vendas aumentou o volume de produtos encalhados e, com ele, as despesas com armazenagem e estoque.
De 16 setores, o agronegócio é o mais onerado. "São produtos de menor valor, movimentados por longas distâncias. Isso reduz nossa competitividade", diz Maria Fernanda Hijar, diretora de Inteligência de Mercado do ILOS. O setor de bebidas vem logo atrás, por causa do fracionamento na distribuição de cargas.
Esse custo caiu com a crise, mas a retração das vendas aumentou o volume de produtos encalhados e, com ele, as despesas com armazenagem e estoque.
De 16 setores, o agronegócio é o mais onerado. "São produtos de menor valor, movimentados por longas distâncias. Isso reduz nossa competitividade", diz Maria Fernanda Hijar, diretora de Inteligência de Mercado do ILOS. O setor de bebidas vem logo atrás, por causa do fracionamento na distribuição de cargas.
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