A otimização dos processos corporativos, o uso da inteligência humana e a aplicação tecnologica são questões fundamentais para sucesso quando se fala em gestão logística.
Exemplo: No mundo on-line, as operações logísticas ganharam atenção especial. O comércio eletrônico não existiria sem os operadores responsáveis em entregar o seu produto. Um dos fatores mais importante nessa área é priorizar a inteligência logística para otimizar e agilizar processo de uma companhia.
Usar a gestão inteligente da engenharia logística, para encontrar soluções que facilitem as operações e reduzam seus custos e prazos, é uma tarefa que deve ser levada a sério pelas empresas. Devemos pensar nos processos como algo que produza desempenho corporativo e que integre a estratégia de negócio com a prática na hora de aplicarmos aas soluções.
Integração da gestão de processos como passo fundamental para expandir os canais de distribuição. Exemplo: Numa expansão, o empresário não pode pensar apenas na quantidade de caminhões disponíveis para levar os produtos, mas nas condições das estradas existentes no País para facilitar o percurso desses veículos. É preciso enterder cada etapa do processo, para se estabelecer uma estratégica macro.
Uma as maiores dificuldade na logística é alinhar os talentos humanos com o corebusiness da empresa. A capacidade e o treinamento contínuo das equipes de trabalho melhoram muito o desempenho dos processos. No entanto, há que se aliar o desenvolvimento desses times com ferramentas tecnológicas que agilizem a operação logística.
terça-feira, 28 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
Lançamento da indústria chinesa Noble se instala em Rondonópolis
A unidade esmagadora de grãos e produtora de biodiesel aportará investimentos na ordem de R$ 350 milhões, com previsão de início das obras para o segundo semestre deste ano.
Para o presidente do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso, Mauro Cabral, a nova unidade comprova a força industrial que possui a região Sul do Estado. "Já representamos um pólo industrial consolidado, e com a vinda da Noble confirmamos, mais uma vez, a vocação que temos na agregação de valor dos nossos produtos. O Sistema Fiemat parabeniza o novo empreendimento e coloca a instituição à disposição para contribuir com o desenvolvimento desta e de outras indústrias que movimentam a economia de Rondonópolis e região".
Moderna e mecanizada, a Noble produzirá 200 mil toneladas de biodiesel por ano, gerando em torno de 250 empregos diretos. A unidade será construída em uma área na BR-163, saída para Campo Grande, próximo ao terminal da América Latina Logística (ALL) no município. "O projeta contempla um dos principais fatores competitivos para uma indústria: a proximidade com a matéria-prima. Além disso, o modal ferroviário da cidade, que tem implantação programada para 2012, também garantirá a Noble mais condições para o escoamento da produção com menor custo do frete", comenta o presidente Mauro Cabral.
Na oportunidade, Cabral expôs aos representantes da Noble Brasil a estrutura do Sistema Fiemat também para atender a qualificação de mão-de-obra para a nova unidade. "Aproveitamos para falar um pouco do trabalho que já realizamos com outras indústrias no que se refere à capacitação dos trabalhadores. Foi uma conversa muito produtiva, que provavelmente terá parceria do Senai-MT (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) para ser viabilizada", disse o presidente. A cerimônia de lançamento também contou com as presenças dos presidentes dos sindicatos patronais de Rondonópolis filiados à Fiemat, representantes do Senai-MT, empresários e autoridades.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Produtor rural substitui Estado para cortar custo
Empresários agrícolas do oeste baiano, uma das regiões que mais crescem no país, cansaram de esperar investimentos de infraestrutura do Estado. Eles se uniram e vão contruir aeroporto, estradas e fazer parcerias para obter mais energia.
Consolidada a agricultura na região, buscam nova saída: industrialização e agregação de valor. O próximo passo é reduzir custos com logística e elevar margens. Esse caminho, no entanto, exige investimentos do Estado, que não tem recursos.
A saída para os agricultores foi desenvolver parte dessa estrutura. A primeira ação foi a construção de um aeroporto na cidade.
Treze empresários agrícolas se uniram, providenciaram o terreno, fizeram a base da pista e do pátio de taxiamento e entregaram ao governo, que cuida do asfaltamento da pista e vai contruir o terminal de embarque.
O investimento na primeira fase --com pista de 2.050 metros-- está em R$ 17 milhões, mas vai a R$ 85 milhões quando a pista for aumentada para 3.050 metros.
Consolidada a agricultura na região, buscam nova saída: industrialização e agregação de valor. O próximo passo é reduzir custos com logística e elevar margens. Esse caminho, no entanto, exige investimentos do Estado, que não tem recursos.
A saída para os agricultores foi desenvolver parte dessa estrutura. A primeira ação foi a construção de um aeroporto na cidade.
Treze empresários agrícolas se uniram, providenciaram o terreno, fizeram a base da pista e do pátio de taxiamento e entregaram ao governo, que cuida do asfaltamento da pista e vai contruir o terminal de embarque.
O investimento na primeira fase --com pista de 2.050 metros-- está em R$ 17 milhões, mas vai a R$ 85 milhões quando a pista for aumentada para 3.050 metros.
GE vai dar apoio logístico às operações da Petrobras no pré-sal
A GE (General Eletric) fechou dois contratos de prestação de serviços com a Petrobrás no valor de US$ 320 milhões.
O principal deles prevê o fornecimento de base de apoio offshore para as operações do pré-sal da estatal, e está orçado em US$ 200 milhões.
A Wellstream, comprada pela GE em março, vai erguer um centro de apoio de linhas flexíveis e equipamentos submarinos em Niterói, região metropolitana do Rio. O investimento na planta será de US$ 90 milhões.
A empresa fabrica linhas flexíveis, que conectam as plataformas aos poços, e já possui uma fábrica em Niterói.
A GE Óleo e Gás vai ainda fazer a manutenção por quatro anos dos equipamentos submarinos da Petrobrás na bacia de Campos.
Fonte: Folha.com
O principal deles prevê o fornecimento de base de apoio offshore para as operações do pré-sal da estatal, e está orçado em US$ 200 milhões.
A Wellstream, comprada pela GE em março, vai erguer um centro de apoio de linhas flexíveis e equipamentos submarinos em Niterói, região metropolitana do Rio. O investimento na planta será de US$ 90 milhões.
A empresa fabrica linhas flexíveis, que conectam as plataformas aos poços, e já possui uma fábrica em Niterói.
A GE Óleo e Gás vai ainda fazer a manutenção por quatro anos dos equipamentos submarinos da Petrobrás na bacia de Campos.
Fonte: Folha.com
sábado, 21 de maio de 2011
Encontro sobre logística no Paraná
O Departamento de Estradas e Rodagem (DER) e a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística vão reunir seus técnicos e engenheiros na próxima terça-feira (24/05) para discutir o estado da logística brasileira e paranaense e sua relação com a atual infraestrutura viária disponível no país.
O 14º Encontro Técnico DER/PR é organizado pela Coordenadoria de Pesquisa e Desenvolvimento e Superintendência Regional Leste e também pela Coordenadoria de Recursos Humanos, Gerência de Treinamento, Assessoria de Planejamento e Geoprocessamento em parceria com a Associação dos Engenheiros do DER.
O encontro técnico será aberto pelo secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, e pelo diretor-geral do DER, Amauri Medeiros Cavalcanti, e contará com a participação de vários órgãos, empresas e instituições do Governo do Estado. Além do DER, estão agendadas apresentações de especialistas do Porto de Paranaguá, da Ferroeste e do Tecpar, além de empresas e entidades do setor privado.
Os modais portuários, rodoviários, aeroviário e ferroviário, sua importância e suas implicações para o desenvolvimento do transporte e da logística da região, assim como as novidades do setor de obras e de segurança viária, estarão sendo temas de debates durante a reunião. Um dos destaques são os novos dispositivos de inteligência artificial aplicados ao segmento rodoviário.
O encontro servirá para que os técnicos da Secretaria e do DER possam definir novos vetores administrativos aplicados à logística de transporte no Estado com a finalidade de integrar as ações da pasta e manter um programa contínuo de estudos e debates que fortaleçam o gerenciamento da infraestrutura logística paranaense.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Estatização da logística brasileira
Numa reunião realizada nesta terça-feira (17/05) do Conselho de Infraestrutura (Coinfra) da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o presidente da Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor), José Alberto Pereira Ribeiro, propôs a criação de uma Empresa Brasileira de Planejamento Logístico (EBPL) ente público que seria responsável pelo planejamento de longo prazo dos grandes projetos nacionais na área de transporte.
"O sistema logístico brasileiro se ressente da falta de uma estrutura de planejamento de médio e longo prazo em nível governamental, o que limita drasticamente os horizontes também do setor privado em suas decisões de investimento em infraestrutura, diretamente ou em parceria com o governo", defendeu o executivo da Associação. Ele recordou que a antiga Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes, estatal criada durante o governo militar e voltada para a área, possibilitou avanços considerados no desenvolvimento da infraestrutura da logística brasileira ao longo dos anos em que esteve ativa, entre 1965 e 2002.
O presidente da Aneor reagiu à idéia de que sua sugestão seja um retorno a uma tendência de estatização da economia nacional. "São críticas de fundo estritamente ideológico. Diante da escala e do nível de complexidade da nossa economia, o planejamento de investimento em infraestrutura à partir de uma empresa de projetos é vital, sendo sua ausência um entrave direto ao desenvolvimento", ressaltou.
Segundo ele, o surgimento da EBPL seria uma necessidade para a economia. "A função que ela exercerá exige um ente público, pois seu trabalho pressupõe investimentos a fundo perdido, os quais somente o setor extatal pode fazer", acrescentou.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Randon personaliza dois vagões para cliente

A Randon, fabricante de implementos rodoviários e ferroviários, cria dois novos modelos de vagões para a MRS Logística. Entregues à empresa em janeiro, os chamados PQT e PET passam agora por testes na malha ferroviária do Sudeste do país.
Voltado para o transporte de bobinas e chapas e aplicação em ferrovia com bitola larga (1,60m), o novo vagão plataforma PQT conta com 130 toneladas de PBTC (Peso Bruto Total Combinado), truque 6.1/2"x9" e dimensões 16,2x3,2x2,39m.
Já o PET foi desenvolvido para o transporte de container 2x20" ou 1x40" e carga geral em ferrovia, também com bitola larga. Conta com PBTC de 130 toneladas, truque 6.1/2"x9" e dimensões 15x3,2x1,8m.
"O resultado final são produtos leves e resistentes, fáceis de operar e com baixos custos de manutenção", diz Celso Santa Catarina, diretor da empresa.
Com isso, a Randon consolida sua participação no mercado ferroviário, contando com participação representada em cerca de 30% da produção de vagões de carga do Brasil. A empresa já atua há sete anos no segmento.
sábado, 16 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
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